Day Neves Bezerra Júnior
 


Day Neves Bezerra Júnior - Li, gostei e bloguei

Um dia desses recebi um e-mail da minha filha mais velha Carol Neves Chaves - jornalista- assessora de imprensa -  escrito pelo PEDRO BIAL - jornalista da Rede Globo e realmente achei que poderia dividir com todos, por isso deixarei do jeito que ela enviou para mim.

Uma reflexão que sempre cabe..

E mesmo assim continuaremos pensando antes de agir, fazendo por obrigação, nos

privando de certas coisas, julgando e, sendo julgado, entre outras coisas...

Beijos, Carol

LEIAM :
 
"Assisti a algumas imagens do velório do Bussunda, quando os colegas do Casseta & Planeta deram seus depoimentos. Parecia que a qualquer instante iria estourar uma piada.
Estava tudo sério demais, faltava a esculhambação, a zombaria, a desestruturação da cena. Mas nada acontecia ali de risível, era só dor e a perplexidade, que é mesmo o que causa em todos os que ficam.
A verdade é que não havia nada a acrescentar no roteiro: a morte, por si só, é uma piada pronta.
Morrer é ridículo. Você combinou de jantar com a namorada, está em pleno tratamento dentário, tem planos pra semana que vem, precisa  autenticar um documento em cartório, colocar gasolina no carro e no meio da tarde morre. Como assim? E os e-mails que você ainda não abriu? o livro que ficou pela metade, o telefonema que você prometeu dar à tardinha para um cliente? Não sei de onde tiraram esta idéia: morrer. A troco?
Você passou mais de 10 anos da sua vida dentro de um colégio estudando fórmulas químicas que não serviriam pra nada, mas se manteve lá, fez as provas, foi em frente. Praticou muita educação física, quase perdeu o fôlego, mas não desistiu. Passou madrugadas sem dormir para estudar pro vestibular mesmo sem ter certeza do que  gostaria de fazer da vida, cheio de dúvidas quanto a profissão escolhida,  mas era hora de decidir, então  decidiu, e mais uma vez foi em frente...
De uma hora pra outra, tudo isso termina numa colisão na freeway, numa artéria entupida, num disparo feito por um delinqüente que gostou do seu tênis.
Qual é? Morrer é um chiste. Obriga você a sair no melhor da festa sem se despedir de ninguém, sem ter dançado com a garota mais linda, sem ter tido tempo de ouvir outra vez sua música preferida. Você deixou em casa suas camisas penduradas nos cabides, sua toalha úmida no varal, e penduradas também algumas contas. Os  outros vão ser obrigados a arrumar suas tralhas, a mexer nas suas gavetas, a apagar as pistas que você deixou durante uma vida inteira. Logo você, que sempre dizia: das minhas coisas cuido eu.
Que pegadinha macabra: você sai sem tomar café e talvez não almoce, caminha por uma rua e talvez não chegue na próxima esquina, começa a falar e talvez não conclua o que pretende dizer.
 Não faz exames médicos, fuma dois maços por dia, bebe de tudo, curte costelas gordas e mulheres magras e morre num sábado de manhã. Se faz check-up regulares e não tem vícios, morre do mesmo jeito. Isso é para ser levado a sério?
Tendo mais de cem anos de idade, vá lá, o sono eterno pode ser bem-vindo.  Já não há mesmo muito a fazer, o corpo não acompanha a mente, e a mente também já rateia, sem falar que há quase nada guardado nas gavetas. Ok, hora de descansar em paz. Mas antes de viver tudo?
Morrer cedo é uma transgressão, desfaz a ordem natural das coisas. Morrer é um exagero. E, como se sabe, o exagero é a matéria-prima das piadas. Só que esta não tem graça.
 Por isso viva tudo que há para viver.  Não se apegue as coisas pequenas e inúteis da Vida...
 Perdoe...sempre!!!"
 (Pedro Bial)


 Ana Carolina Neves Chaves


 Escrito por Day Neves Bezerra Júnior às 08:34:08
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Day Neves Bezerra Júnior - Li, gostei e bloguei...

 

Homem compra terreno na Lua pela Internet

 

 

 

                    

 

 

O cidadão indiano Anish Dasgupta, de Calcutá, chamou a atenção da imprensa local pela compra de um terreno na Lua pela Internet. Fotografado neste sábado com o certificado da compra, Anish se disse animado com a possibilidade de seus descendentes residirem no satélite terrestre em um futuro próximo. Feliz com a compra de dois acres na Lua (cerca de 0,8 hectare), o indiano comprou o terreno por meio do site The Lunar Registry (http://www.lunarregistry.com), que se diz agente autorizado da Lunar Republic Society e garante que o negócio é sério e legal.

O site da Lunar Registry informa que os compradores de terrenos na Lua recebem, além do certificado, localização geográfica da propriedade e uma foto de satélite da mesma, para que o cliente a observe pelo telescópio ou a visite "pessoalmente" se quiser.

O custo do certificado, segundo o site, é de US$ 36,95 por acre (cerca de R$ 80).

 
Fonte terra



 Escrito por Day Neves Bezerra Júnior às 10:27:13
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