Um sujeito estava colocando flores no túmulo de um parente, quando vê um
chinês colocando um prato de arroz na lápide ao lado.
Ele se vira para o chinês e pergunta:
- Desculpe, mas o senhor acha mesmo que o defunto virá comer o arroz?
E o chinês responde: - Sim, quando o seu vier cheirar as flores.
Moral da História:
"Respeitar as opções do outro, em qualquer aspecto, é uma das maiores virtudes que um ser humano pode ter. As pessoas são diferentes, agem diferentes e pensam diferente. Portanto, nunca julgue.
Dia 29 de Agosto de 2011, uma segunda-feira normal, trabalho normal, tudo absolutamente tudo normal.
Cheguei em casa. Como sempre, falei com a minha mulher, batemos papo e, após amenidades , fui até a geladeira. Peguei um copo de guaraná e fui relaxar um pouco na frente da TV. Costumo olhar, mas não assisto nada especial.
Foi aí que tudo passou tão rápido na minha vida. Dor no braço e dor no peito, muito, muito, muito e muito fortes que me jogaram no chão, estava tendo um Infarto Agudo do Miocárdio (IAM). Chamei a minha mulher, Vera, que ao me ver daquele jeito ligou para todos os órgãos competentes que poderiam nos ajudar naquele momento.Mas ninguém apareceu. O atendente do Corpo de Bombeiros, inclusive, teve a coragem de perguntar a ela tinha um desfibrilador em casa.
A solução mais antiga e eficaz foi chamar o vizinho para dar uma força, tanto reconfortante, quanto de primeiros socorros. Chegamos ao hospital onde fui prontamente atendido e, graças a Deus e a todos, estou, por enquanto, vivo.
Achei este texto abaixo na internet, de autor desconhecido, mas que descreve bem o que acontece comigo hoje. Que Deus me ajude!
“Se pudéssemos ter consciência do quanto nossa vida é efêmera, talvez pensássemos duas vezes antes de jogar fora as oportunidades que temos de ser e de fazer os outros felizes.
Nos entristecemos por coisas pequenas e perdemos minutos e horas preciosos. Perdemos dias, às vezes anos.
Nos calamos quando deveríamos falar; falamos demais quando deveríamos ficar em silêncio.
Não damos o abraço que tanto nossa alma pede porque algo em nós impede essa aproximação.
Não damos um beijo carinhoso "porque não estamos acostumados com isso" e Não dizemos que gostamos porque achamos que o outro sabe automaticamente o que sentimos.
E passa a noite e chega o dia, o sol nasce e adormece e continuamos os mesmos, fechados em nós. Reclamamos do que não temos, ou achamos que não temos suficiente. Cobramos. Dos outros. Da vida. De nós mesmos. Nos consumimos.
E o tempo passa...
Até que, inesperadamente, acordamos e olhamos pra trás. E então nos perguntamos: e agora?!
Agora, hoje, ainda é tempo de reconstruir, de dar o abraço, de dizer uma palavra carinhosa, de agradecer pelo que temos.
Nunca se é velho demais ou jovem demais para amar, dizer uma palavra gentil ou fazer um gesto carinhoso.
O que passou, passou. O que perdemos, perdemos.
Olhe para frente!
“Ainda é tempo de agradecer pela vida, que mesmo efêmera, ainda está em nós”.
Justiça Estadual condena autor da Ata falsa a pagar indenização de danos morais
Muito já foi dito sobre o ocorrido de 1° de abril do ano passado, quando fui vítima de uma brincadeira de repercussões sérias, no Dia da Mentira. Depois de uma retratação e um período de espera, a 4ª Vara Cível do Foro Regional IV – Lapa da Cidade de São Paulo divulgou a sentença por danos morais à minha pessoa. A sentença ainda:
“Alega que o primeiro requerido agiu com ausência de dignidade e decoro e lesou o patrimônio moral do autor.
(...) Não há muito a discorrer a respeito da ocorrência do fato descrito na inicial, pois tal descrição é endossada pela contestação e o requerido alega, inclusive que tentou de todos os modos, desfazer os efeitos e conseqüências da ‘brincadeira’.
(...)
Nos dias de hoje, não há como negar que mesmo ‘brincadeiras’ veiculadas pela Internet geram conseqüências e assumem proporções não esperadas pelos seus autores, inclusive, porque, circulando no mundo virtual, os e-mails acabam sendo repercutidos, copiados, encaminhados, arquivados pelos internautas, etc.
Mas é verdade que o requerido tentou de todas as formas, reparar o seu erro e até acabou contribuindo para que a situação fosse amenizada, mas não pode ficar sem a reprovação desse seu ato impensado e que arranhou a tranqüilidade pessoal do Autor.
(...)
Atento à necessidade de estabelecer uma indenização que revele proporcionalidade e razoabilidade, quantifico o dano moral em R$ 5.000,00.”
Acredito que a sentença tenha sido justa, afinal, a brincadeira poderia ter tido conseqüências mais sérias do que as existentes. A internet muitas vezes parece terra de ninguém, com correntes de emails atribuindo diversos textos a autores consagrados como Luís Fernando Veríssimo, Arnaldo Jabor, entre outros. Produzir um conteúdo ficcional ou alterar informações e transformá-lo em ‘oficial’ é uma prática, além de simples, comum. A sentença mostra que, muitas vezes, a Justiça brasileira pode não ter leis específicas para regular a Internet, mas que é possível, sempre, basear-se pelo bom senso e ética, que devem reinar em qualquer âmbito e instância das relações humanas.
Por isso, sigo com meu trabalho de forma idônea, e acreditando que mesmo em situações de dúvida quanto a leis específicas, é possível tomarmos decisões coerentes e que sejam justas.
Para ler a Sentença em seu inteiro teor click na palavra: Sentença
Leia mais comentários no site do Migalhas publicado em 31 de Março de 2011
Dia 1º de Abril de 2009 fui vítima de divulgação de uma Ata de Audiência adulterada, via e-mail, aos escritórios de advocacia, colegas advogados, Juízes, entre outros, brincadeira completamente absurda e de muito mau gosto.
Referida ata adulterada narra que, durante suposta audiência, desacatei Juiz, desferi socos em policial que meu cliente se jogou pela janela do segundo andar... Ademais consta ainda nesta Ata de Audiência FALSA o nome das partes e dos advogados, verdadeiros.
Indignado e perplexo com o conteúdo, em nome da verdade, venho expressar publicamente o meu repúdio a essas informações, informando que realizei, no dia 23 de Março de 2009, às 9:30h, no Foro Regional IV – Lapa – a audiência de tentativa de conciliação, referente ao processo cujas partes referem-se na "brincadeira".
Porém, na ocasião, transcorreu tudo conforme a legislação vigente, sendo que as partes e os advogados trataram-se com urbanidade e respeito.
A Ata de Audiência adulterada é infundada, irresponsável e caluniosa, contendo excessos inaceitáveis e caracterizadores das condutas de difamação e de injúria.contra este advogado que subscreve, tipificada no Código Penal, nos arts. 138 e 139, sendo que a divulgação da ata, sabendo ser seu conteúdo falso, também constitui fato típico, previsto no art. 138, § 1º do referido dispositivo legal.
Devido à gravidade do conteúdo desta pauta, causadores de danos à imagem do advogado e seu cliente, serão adotadas medidas administrativas e judiciais cabíveis, de forma a trazer a público e ao universo jurídico a verdade dos fatos.
Como advogado, militante, coordenador dos direitos e prerrogativas do advogado da 96ª Subsecção- OAB – Lapa, não permitirei atos levianos de desmoralização e continuarei cumprindo minha missão de assegurar aos meus clientes e aos colegas advogados, inclusive, a proteção e restauração de seus direitos, realizando a justiça e preservando os bons costumes.
Caso recebam esse e-mail, não repassem e alertem as pessoas que se trata de um documento falso.
Justiça Estadual condena autor da Ata falsa a pagar indenização de danos morais
Muito já foi dito sobre o ocorrido de 1° de abril do ano passado, quando fui vítima de uma brincadeira de repercussões sérias, no Dia da Mentira. Depois de uma retratação e um período de espera, a 4ª Vara Cível do Foro Regional IV – Lapa da Cidade de São Paulo divulgou a sentença por danos morais à minha pessoa. A sentença ainda:
“Alega que o primeiro requerido agiu com ausência de dignidade e decoro e lesou o patrimônio moral do autor.
(...) Não há muito a discorrer a respeito da ocorrência do fato descrito na inicial, pois tal descrição é endossada pela contestação e o requerido alega, inclusive que tentou de todos os modos, desfazer os efeitos e conseqüências da ‘brincadeira’.
(...)
Nos dias de hoje, não há como negar que mesmo ‘brincadeiras’ veiculadas pela Internet geram conseqüências e assumem proporções não esperadas pelos seus autores, inclusive, porque, circulando no mundo virtual, os e-mails acabam sendo repercutidos, copiados, encaminhados, arquivados pelos internautas, etc.
Mas é verdade que o requerido tentou de todas as formas, reparar o seu erro e até acabou contribuindo para que a situação fosse amenizada, mas não pode ficar sem a reprovação desse seu ato impensado e que arranhou a tranqüilidade pessoal do Autor.
(...)
Atento à necessidade de estabelecer uma indenização que revele proporcionalidade e razoabilidade, quantifico o dano moral em R$ 5.000,00.”
Acredito que a sentença tenha sido justa, afinal, a brincadeira poderia ter tido conseqüências mais sérias do que as existentes. A internet muitas vezes parece terra de ninguém, com correntes de emails atribuindo diversos textos a autores consagrados como Luís Fernando Veríssimo, Arnaldo Jabor, entre outros. Produzir um conteúdo ficcional ou alterar informações e transformá-lo em ‘oficial’ é uma prática, além de simples, comum. A sentença mostra que, muitas vezes, a Justiça brasileira pode não ter leis específicas para regular a Internet, mas que é possível, sempre, basear-se pelo bom senso e ética, que devem reinar em qualquer âmbito e instância das relações humanas.
Por isso, sigo com meu trabalho de forma idônea, e acreditando que mesmo em situações de dúvida quanto a leis específicas, é possível tomarmos decisões coerentes e que sejam justas.
Para ler a Sentença em seu inteiro teor click na palavra: Sentença
Hoje recebi um e-mail de minha filha, Amanda e achei bem interessante, é o que as vezes nós temos vontade de falar sobre os nossos atletas.
Peço licença a Amanda para postar inclusive seu comentário.
“Pessoal assisti este vídeo adicionado no Facebook de uma amiga sobre as Desculpas ao Esporte, feita por um autor que cansou de ver os atletas brasileiros se desculpando por não terem ganhado medalhas ou falhado! E mesmo sabendo que é verdade e que lutamos muito para evitar que isto se perpetue pelas próximas gerações, é necessário divulgar para que as pessoas saibam que isto nos incomoda!"
Eu luto muito para que isso um dia não aconteça mais, mas talvez não esteja aqui para ver estes resultados...
Amanda Busch Rigo Neves Bezerra - Profª. de Educação Física
Na segunda-feira, 09 de Agosto de 2010, ao chegar no Escritório, fiquei pensando, ainda, naquele domingo que passei com meus filhos e gostaria muito que todo dia fosse o dia dos pais para tê-los perto de mim, num dia tão agradável, mas sei que não é assim, não sou muito egoísta.
Muitas vezes eles “brigam” comigo, por um motivo aqui, outro ali, divergência de opiniões, eu os entendo, é a idade, só o tempo mostrará o quanto foi importante esta convivência, inclusive os desentendimentos.
Mas eu os amo demais e o que é melhor os admiro muito pelo que são.
Parei de pensar neles, comecei a trabalhar e aí me chamou a atenção uma crônica, (veja abaixo) exatamente, falando sobre pais e filhos.
Eu entendo os meus: Ana Carolina, Amanda e Day Neto.
Você entende os seus?Pense nisso...
Day Neves Bezerra Júnior – o pai coruja...
Crônica
Pai vilão, pai heroi
No último sábado, briguei com meu pai. O motivo era bobo, mas agora estamos sem nos falar.
Estive pensando, nesses dias, no quanto eu gostaria que essa situação se revertesse. Não desejo que com o tempo a mágoa torne-se rotineira, que nós fiquemos cada dia mais afastados, até que quando eu menos esperar, eu já tenha me acostumado a isso. Sobretudo, minha vontade é de que eu possa olhá-lo com ternura neste domingo e dizer: "Feliz Dia dos Pais, amo você".
Palavras simples, tão simples, mas que são poderosas e poderiam sim mudar duas vidas. Nós, filhos, temos a impressão de que pais não podem errar, não podem ter dúvidas, não podem sentir medo. Pai é aquele que te conforta, que te dá segurança e que você sente que tudo está certo. Mas e se ele também não tiver certeza? E se você descobrir que às vezes ele também é criança? Que ele não tem todas as respostas? Que ele talvez não possa estar sempre lá?
Um dia nós descobrimos: pai não é vilão. É um ser humano que quer seu bem. Ele pode fazer isso da maneira mais errônea, e você pode ficar magoado com ele. Mas valeria a pena afastar-se do afago mais protetor que ele te propicia?
Um dia nós descobrimos: pai não é heroi, mas fará o possível para te ver feliz. Vai desejar que você prospere no futuro. Que você crie asas para alçar voos maiores do que os que ele pode voar. Mas que um dia você volte para visitá-lo e contar o que viu no mundo.
Falta-me coragem para dizer a ele: "Me desculpe, não quis te deixar chateado". Sobra-me o temor de ser rejeitada por ele. Mesmo que eu não consiga dizer, espero que ele saiba. Pai, admiro você e tento entendê-lo do meu jeito. Meu carinho por você durará para sempre.
Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança ou proximidade. E começa aprender que beijos não são contratos, tampouco promessas de amor eterno. Começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos radiantes, com a graça de um adulto – e não com a tristeza de uma criança. E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, pois o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, ao passo que o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.
Depois de um tempo você aprende que o sol pode queimar se ficarmos expostos a ele durante muito tempo. E aprende que não importa o quanto você se importe: algumas pessoas simplesmente não se importam… E aceita que não importa o quão boa seja uma pessoa, ela vai ferí-lo de vez em quando e, por isto, você precisa estar sempre disposto a pedoá-la.
Aprende que falar pode aliviar dores emocionais. Descobre que se leva um certo tempo para construir confiança e apenas alguns segundos para destruí-la; e que você, em um instante, pode fazer coisas das quais se arrependerá para o resto da vida. Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias, e que, de fato, os bons e verdadeiros amigos foram a nossa própria família que nos permitiu conhecer. Aprende que não temos que mudar de amigos: se compreendermos que os amigos mudam (assim como você), perceberá que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou até coisa alguma, tendo, assim mesmo, bons momentos juntos.
Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito cedo, ou muito depressa. Por isso, sempre devemos deixar as pessoas que verdadeiramente amamos com palavras brandas, amorosas, pois cada instante que passa carrega a possibilidade de ser a última vez que as veremos; aprende que as circunstâncias e os ambientes possuem influência sobre nós, mas somente nós somos responsáveis por nós mesmos; começa a compreender que não se deve comparar-se com os outros, mas com o melhor que se pode ser.
Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que se deseja tornar, e que o tempo é curto. Aprende que não importa até o ponto onde já chegamos, mas para onde estamos, de fato, indo – mas, se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar servirá.
Aprende que: ou você controla seus atos e temperamento, ou acabará escravo de si mesmo, pois eles acabarão por controlá-lo; e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa o quão delicada ou frágil seja uma situação, sempre existem dois lados a serem considerados, ou analisados.
Aprende que heróis são pessoas que foram suficientemente corajosas para fazer o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências de seus atos. Aprende que paciência requer muita persistência e prática. Descobre que, algumas vezes, a pessoa que você espera que o chute quando você cai, poderá ser uma das poucas que o ajudará a levantar-se. (…) Aprende que não importa em quantos pedaços o seu coração foi partido: simplesmente o mundo não irá parar para que você possa consertá-lo. Aprende que o tempo não é algo que possa voltar atrás. Portanto, plante você mesmo seu jardim e decore sua alma – ao invés de esperar eternamente que alguém lhe traga flores. E você aprende que, realmente, tudo pode suportar; que realmente é forte e que pode ir muito mais longe – mesmo após ter pensado não ser capaz. E que realmente a vida tem seu valor, e, você, o seu próprio e inquestionável valor perante a vida.
Preste a atenção nessa carta que um certo locatário mandou aos seus inquilinos. Diz assim:
Senhor morador,
Gostaríamos de informar que o contrato de aluguel assinado há bilhões de anos está vencendo. Precisamos renová-lo, porém temos que acertar alguns pontos:
- Você precisa pagar a conta de energia. Ela está muito alta. Como você gasta tanto?
- Antes eu fornecia água em abundância, precisamos renegociar o uso. Hoje não disponho mais de grande quantidade.
- Por que alguns na casa comem o suficiente e outros estão morrendo de fome, se o quintal é tão grande? Se cuidar da lavoura, vai ter alimento para todos.
- Você cortou as árvores que dão sombra, ar e equilíbrio. O sol está quente e o calor aumentou. Você precisa replantar novamente!
- Todos os bichos e as plantas do imenso jardim devem ser cuidados e preservados. Procurei alguns animais e não os encontrei. Sei que, quando aluguei a casa, eles existiam.
- Por falar em lixo, que sujeira, hein? Encontrei objetos estranhos pelo caminho (isopor, pneus, plásticos...)!
Bom, é hora de conversarmos. Preciso saber se você ainda quer morar aqui. Em caso afirmativo, o que você pode fazer para cumprir o contrato? Gostaria de ter você sempre comigo, mas tudo tem um limite. Você pode mudar? Aguardo resposta e atitudes.
1. Se você conhecesse uma mulher que está grávida e já tem 08 filhos dos quais 03 são surdos, 2 são cegos, 01 é retardado mental, e ela tem sífilis...
Recomendaria que ela fizesse um aborto?
LEIA A PRÓXIMA PERGUNTA ANTES DE RESPONDER A ESSA.
1. É tempo de escolher um líder mundial e o seu voto é importante. O comportamento dos candidatos é o seguinte:
CANDIDATO A:
É associado a políticos corruptos e costuma consultar astrólogos. Teve duas amantes, fuma um cigarro atrás de outro e bebe de 08 a 10 Martinis bebida misturada 3/4 gin 1/4 vermute branco por dia.
CANDIDATO B:
Foi despedido do trabalho duas vezes, dorme até meio-dia, usava drogas na Universidade e bebia meia garrafa de Whisky toda noite.
CANDIDATO C:
É um herói condecorado de guerra, é vegetariano, não fuma, bebe as vezes um pouco de cerveja e nunca teve relações extra-conjugais.
QUAL DESSES CANDIDATOS VOCÊ ESCOLHERIA?
Decida antes de continuar...
Candidato A:
Franklin Roosevelt (foi presidente EUA)
Candidato B:
Winston Churchill (Foi Primeiro Ministro Inglaterra)
Candidato C:
Adolph Hitler
(todos sabem quem foi...)
E sem esquecer a primeira pergunta: A resposta da questão do aborto... Se respondeu que sim, você acaba de matar BEETHOVEN.
MORAL DA HISTÓRIA
Nem tudo o que brilha é ouro e nem tudo o que é ouro deve brilhar; o importante são as decisões que você toma no caminho e, como elas, te ajudam a chegar ao final. Por isso é que não devemos pré-julgar ninguém. Principalmente com a descrição de duas ou três linhas.
Leia após o texto , outra ótica da mesma polêmica.
Texto extraído do Boletim Jurídico - ISSN 1807-9008 http://www.boletimjuridico.com.br/doutrina/texto.asp?id=814
Há poucos dias, nos deparamos com uma demanda proposta por um juiz que acionou o condomínio onde reside porque exigia que fosse tratado formalmente de “Doutor”. O MM. Juiz da Comarca de Niterói demonstrou, na respeitável sentença, que, independente do “poder de barganha” do autor da ação, não haveria meios para obrigar os funcionários do prédio a dar tratamento formal aos moradores, ainda porque não há embasamento legal para impor a eles este tipo de obrigação.
Preliminarmente, a etimologia explica que o vocábulo “doctor” procede do verbo latino “docere” (ensinar), ou também a palavra “douto” (de Doutrina) que significa Instrução, Sapiência.
Em segundo lugar, “Doutor” não é forma de tratamento, e sim um título acadêmico utilizado apenas quando se alcança grau de doutor, depois de defender tese diante de uma Banca.
Pode-se empregar no meio universitário, a expressão “doutor honoris causa”. Trata-se de um título honorífico que reconhece em algumas pessoas um notável saber e serviços relevantes, que configurem exemplo para a comunidade acadêmica e para a sociedade, alcançando assim um patamar de destaque e suma importância. Em Portugal, o título de doutor é estendido a todos que são formados em nível superior, mas no Brasil, meus caros, para ser doutor basta andar bem alinhado e ter um bom carro. Formando assim, em nossa sociedade, um tratamento de vassalagem, quem o usa ou se submete, se auto-exclui, ficando em posição inferior aos demais.
Pela tradição poderíamos ser tratados por doutores, pois, afirma a história, na antiguidade os escribas eram homens que atuavam como copistas e redatores das leis. Sua função entre os Hebreus era ensinar e interpretar as escrituras do Livro Sagrado e os ensinamentos de Moisés, dando origem ao que hoje chamamos de Jurisdição (aplicar e dizer o Direito).
Com o passar dos tempos, os sucessores dos apóstolos passam a serem chamados de padres apostólicos, que na geração seguinte, já em meados do século IV, são chamados de padres da Igreja, os “Doutores da Igreja”.São reverenciados pelo valor de suas pregações, pelos escritos, pela vida imaculada e ensino do caminho da fé. Podemos citar: Santo Agostinho (354-430) aquele mesmo autor da Escolástica Tradicional, do Jus Naturalismo Teocêntrico, de pensamento Platônico e São Tomás de Aquino (1225-1274) aplicando a Lex Eterna, com pensamentos Aristotélicos, juntos formando a Teoria das Causas.
O título de doutor aos Advogados foi usado pela primeira vez na Universidade de Bologna, nomeando-se “doctor legum”. No Brasil Colônia, a Realeza e as famílias ricas já necessitavam em seu meio social de um advogado, um padre e um político, diga-se de passagem, não sendo muito diferente dos dias de hoje... O Advogado, naquela época, tinha um poder decorrente de uma formação privilegiada, de elite, fazendo com que a sociedade o colocasse numa posição superior na escala social.
E pela Tradição o Alvará Régio, de Maria I, a Pia, de Portugal, no Império de D. Pedro I, forma o Decreto Imperial de 01/08/1825, alterado pela Lei do Império de 11/08/1827, criando o Curso de Ciências Jurídicas e Sociais. Dispõe também sobre o grau de doutor aos Advogados, declarando neste dia um feriado, que é comemorado até os dias de hoje.
Esta Lei Imperial cria os cursos jurídicos, com uma sede em Olinda (que é transferida para Recife em 1853) e outra sede em São Paulo. Essas academias sentiram logo a necessidade de criar cursos de filosofia e letras, melhorando assim o ensino e fortalecendo o senso crítico (em não havendo senso crítico, não há senso de justiça). Embora estas linhas filosóficas fossem distintas, enquanto Recife formava operadores do direito para atuar no Judiciário, São Paulo formava a elite da política brasileira. Desta saíram formados em 1866, na mesma turma: Rui Barbosa, Castro Alves e Afonso Pena. Daquela, ao norte do país, formou-se Clóvis Beviláqua.
Vivemos num país de várias influências regionais. Desde a época da escravidão o “Você” já bastaria, pois se trata de uma forma de tratamento cerimonioso, sendo uma contração do tratamento respeitoso “Vossa Mercê”, muito usado pelos escravos. Este tratamento cerimonioso é reservado a círculos fechados da diplomacia, clero, governo, judiciário e no meio acadêmico.
Numa atitude irracional e irrealista o “prodigioso juiz”, autor da ação, usou da máquina do Poder Judiciário para saldar um inconformismo pessoal. Ora, não cabe ao Poder Judiciário decidir e impor condutas nas relações sociais, impondo às pessoas que se relacionem com educação, formalidade e cordialidade.
O Advogado é um administrador de conflitos, que luta para garantir os direitos do cidadão, fazendo parte da vida profissional, o estudo constante, sensibilidade humana, honestidade, humildade e acima de tudo, ética, devendo concretizar os ideais da sociedade, pautando-se nos princípios que regem o nosso direito.
O profissional do direito conhece sua própria realidade, sabedor da sua função e responsabilidade, da importância ao atuar perante o Judiciário. Há quem diga que são “Doutores” por defenderem suas teses nos tribunais no cotidiano da advocacia.
Será mesmo necessário, dentro ou fora dos Tribunais, referirmo-nos aos juízes por “Excelência”, mesmo sabendo dos problemas que afligem nosso país? Crises, a necessidade de uma reforma Política, e quanto aquelas ações que aguardam julgamento há um bom tempo, formando pilhas e mais pilhas de processos nos tribunais, atravancando a Máquina do Poder Judiciário? E o princípio da Celeridade Processual? Há preocupações maiores do que estas...
Usar do Processo como um fim para garantir um Direito? Que direito é esse? Acabou tornando mais desprezível a deficiência da Administração da Justiça, agoniada pela enorme demanda de litígios.
Somos cada vez mais, vítimas de uma sociedade com tanta desigualdade social, corrupção, “monstros” nos representando no Congresso Nacional, Senado, Câmaras, que sequer sabem defender os interesses deles próprios, quem dirá os nossos????!!
Como iremos intensificar forças para resolver as dificuldades econômicas, políticas e sociais deste país? O aparelho estatal é falho, não consegue garantir nem os anseios do cidadão brasileiro, isso acarreta num descrédito da justiça, formando um pensamento errado a que, no limite, se tenda a ver a efetividade do Judiciário não como meio e sim com um fim em si mesmo.
Não devemos em momento algum, sermos incrédulos, desconfiarmos do brilhante trabalho dos Magistrados, não devemos transformá-los em burocratas, desacreditar de suas performances como eminentes julgadores e jogá-los no limbo.
Independente se “Doutores”, por direito ou tradição, ou quem quer que sejamos, somos “manobristas da máquina do Poder Judiciário” em busca de um país melhor, para as presentes e futuras gerações...
(Concluído em Curitiba/PR, 12/09/2005).
* Segue abaixo reprodução da sentença do processo mencionado acima:
PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO COMARCA DE NITERÓI NONA VARA CÍVEL Processo n 2005.002.003424-4
S E N T E N Ç A
Cuidam-se os autos de ação de obrigação de fazer manejada por A.M.S.M.N. contra o C.E.L.V. e J. G., alegando o autor fatos precedentes ocorridos no interior do prédio que o levaram a pedir que fosse tratado formalmente de "senhor". Disse o requerente que sofreu danos, e que esperava a procedência do pedido inicial para dar a ele autor e suas visitas o tratamento de "Doutor", "senhor" "Doutora", "senhora", sob pena de multa diária a ser fixada judicialmente, bem como requereu a condenação dos réus em dano moral não inferior a 100 salários mínimos. Instruem a inicial os documentos de fls. 8/28.
O pedido de tutela antecipada foi indeferido às fls. 33.
Interposto Agravo de Instrumento, foram prestadas as informações de fls. 52. Às fls. 57 requereu o autor que emanasse ordem judicial para que os réus se abstenham de fazer referência acerca do processo, sobrevindo a decisão de fls. 63 que acolheu tal pretensão. O condomínio se manifestou às fls. 69/98, e ofertou cópia do recurso de agravo de instrumento às fls. 100, cujo acórdão encontra-se às fls. 125.
Contestação do condomínio às fls. 146 e da segunda ré às fls. 247, ambos requerendo a improcedência do pedido inicial. Seguiu-se a réplica às fls. 275. Por força de decisão proferida no incidente de exceção de incompetência, verificou-se a declinação de competência, com remessa dos autos da Comarca de São Gonçalo para esta Comarca de Niterói. Em decorrência do despacho de fls. 303v, as partes ofertaram seus respectivos memoriais, no aguardo desta sentença.
É O RELATÓRIO. DECIDO.
"O problema do fundamento de um direito apresenta-se diferentemente conforme se trate de buscar o fundamento de um direito que se tem ou de um direito que se gostaria de ter." (Noberto Bobbio, in "A Era dos Direitos", Editora Campus, pg. 15).
Trata-se o autor de Juiz digno, merecendo todo o respeito deste sentenciante e de todas as demais pessoas da sociedade, não se justificando tamanha publicidade que tomou este processo. Agiu o requerente como jurisdicionado, na crença de seu direito. Plausível sua conduta, na medida em que atribuiu ao Estado a solução do conflito. Não deseja o ilustre Juiz tola bajulice, nem esta ação pode ter conotação de incompreensível futilidade. O cerne do inconformismo é de cunho eminentemente subjetivo, e ninguém, a não ser o próprio autor, sente tal dor, e este sentenciante bem compreende o que tanto incomoda o probo Requerente. Está claro que não quer, nem nunca quis o autor, impor medo de autoridade, ou que lhe dediquem cumprimento laudatório, posto que é homem de notada grandeza e virtude. Entretanto, entendo que não lhe assiste razão jurídica na pretensão deduzida. "Doutor" não é forma de tratamento, e sim título acadêmico utilizado apenas quando se apresenta tese a uma banca e esta a julga merecedora de um doutoramento. Emprega-se apenas às pessoas que tenham tal grau, e mesmo assim no meio universitário.
Constitui-se mera tradição referir-se a outras pessoas de "doutor", sem o ser, e fora do meio acadêmico. Daí a expressão doutor honoris causa - para a honra -, que se trata de título conferido por uma universidade à guisa de homenagem a determinada pessoa, sem submetê-la a exame. Por outro lado, vale lembrar que "professor" e "mestre" são títulos exclusivos dos que se dedicam ao magistério, após concluído o curso de mestrado. Embora a expressão "senhor" confira a desejada formalidade às comunicações - não pronome -, e possa até o autor aspirar distanciamento em relação a qualquer pessoa, afastando intimidades, não existe regra legal que imponha obrigação ao empregado do condomínio a ele assim se referir. O empregado que se refere ao autor por "você", pode estar sendo cortês, posto que "você" não é pronome depreciativo. Isso é formalidade, decorrente do estilo de fala, sem quebra de hierarquia ou incidência de insubordinação. Fala-se segundo sua classe social. O brasileiro tem tendência na variedade coloquial relaxada, em especial a classe "semi-culta", que sequer se importa com isso. Na verdade "você" é variante - contração da alocução - do tratamento respeitoso "Vossa Mercê". A professora de linguística Eliana Pitombo Teixeira ensina que os textos literários que apresentam altas freqüências do pronome "você", devem ser classificados como formais. Em qualquer lugar desse país, é usual as pessoas serem chamadas de "seu" ou "dona", e isso é tratamento formal. Em recente pesquisa universitária, constatou-se que o simples uso do nome da pessoa substitui o senhor/ a senhora e você quando usados como prenome, isso porque soa como pejorativo tratamento diferente. Na edição promovida por Jorge Amado "Crônica de Viver Baiano Seiscentista", nos poemas de Gregório de Matos, destacou o escritor que Miércio Táti anotara que "você" é tratamento cerimonioso. (Rio de Janeiro/São Paulo, Record, 1999). Urge ressaltar que tratamento cerimonioso é reservado a círculos fechados da diplomacia, clero, governo, judiciário e meio acadêmico, como já se disse. A própria Presidência da República fez publicar Manual de Redação instituindo o protocolo interno entre os demais Poderes. Mas na relação social não há ritual litúrgico a ser obedecido.
Por isso que se diz que a alternância de "você" e "senhor" traduz-se numa questão sociolingüística, de difícil equação num país como o Brasil de várias influências regionais. Ao Judiciário não compete decidir sobre a relação de educação, etiqueta, cortesia ou coisas do gênero, a ser estabelecida entre o empregado do condomínio e o condômino, posto que isso é tema interna corpore daquela própria comunidade.
Isto posto, por estar convicto de que inexiste direito a ser agasalhado, mesmo que lamentando o incômodo pessoal experimentado pelo ilustre autor, julgo improcedente o pedido inicial, condenando o postulante no pagamento de custas e honorários de 10% sobre o valor da causa.
P.R.I.
Niterói, 2 de maio de 2005.
SANTIAGO, Ronaldo Manoel “Dr.”?? Ser ou não ser? Eis a questão.... Boletim Jurídico, Uberaba/MG, a. 3, no 144. Disponível em: Acesso em: 15 dez. 2009.
"Dias atrás, na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP), vi reacender a chama da controvérsia acerca da utilização da palavra 'doutor' antecedendo ao próprio prenome do advogado. O debate se inflama e as opiniões se diversificam. Acabo por concordar com a tese de que a utilização do ‘Dr.' pertence aos advogados por direito e por tradição, ressalvadas as raras exceções.
Todos sabem, principalmente os colegas de profissão, que uma lei só perde sua vigência quando por outra revogada. Partindo dessa premissa, resulta que está plenamente em vigor no Brasil o alvará régio editado por D. Maria I, a pia, de Portugal (in Correio Pop., 3.8.71), através do qual os bacharéis em Direito passaram a ter o direito ao tratamento de Doutores.
Do mencionado alvará régio não consta que tenha sido estendido a nenhuma outra profissão. Tanto é assim que, à época, um rábula de incontestável saber jurídico também obteve a honraria, já que exercente da profissão. No entanto, foi necessário um alvará régio especial, tendo sido doutorado por secreto legislativo, em razão de não ser diplomado em Faculdade de Direito. Assim, reforçamos a importante idéia de que essa espécie normativa está em vigor da mesma forma que outras da época do Império, 'verbi gratia’, o nosso Código Comercial de 1850. Visto o enfoque sob o plano normativo, abordemos a questão relativa à tradição.
Já em Roma se outorgou o título em pauta aos filósofos, lá denominados 'doctores sapientiae', bem como àqueles que promoviam conferências públicas sobre temas filosóficos. Quase sempre eram juristas. No século XI I, temos notícia, a honraria era utilizada por grandes filósofos a cuja categoria pertenceu Santo Tomás de Aquino. Pelas universidades o título só foi concedido pela primeira vez a um advogado ('doctor legum') que o ostentou ao lado dos 'doctores és loix' (versados na Ciência do Direito).
O fato é que, desde as origens, o título ‘Dr.’ é honraria legítima dos advogados ou juristas. Tanto isso é verdade que a Bíblia se refere aos doutores da lei quando se reporta aos jurisconsultos que interpretavam as Leis de Moisés, e, quando se voltava aos médicos e curandeiros, lança mão da expressão 'phisicum'.
Parece ter ocorrido, no passar dos tempos, um caso típico de 'usucapião por posse violenta' por parte dos médicos e outros profissionais que passaram a ostentar a honraria. Aliás, é bom que se diga, no Brasil, qualquer um que se vê possuidor de um diploma universitário se autodoutora.
Sendo dita honraria, como expusemos, autêntica por direito e tradição dos advogados e juristas, é de se entender que ela só poderia ser estendida aos diplomados por escola superior, após a defesa da tese doutoral.
Consigne‑se, ainda, que o próprio professor Flamínio Fávero, renomado médico que ostenta mais de 50 títulos, repudia o uso indiscriminado do título doutoral, esclarecendo que 'a lei não permite isso, nem a ética' (in D.E.RIP.J., Suplemento Jurídico 127, SP, abr/jun.87).
Pensamos que seria interessante reivindicar aquilo que pertence à classe dos advogados, por direito e por tradição, e nos fora usucapido por outros profissionais liberais que ostentam a honraria. Temos que nos curvar ante a evidência cristalina dos fatos. Sabemos quão penoso é o processo para uma inversão histórica. Mas fica aqui a proposta, acaso não tenha ocorrido prescrição.
(Publicado no Jornal'Ação'- OAB, S. José dos Campos ‑ outubro de 1988).
Crêa dous Cursos de sciencias Juridicas e Sociaes, um na cidade de S. Paulo e outro na de Olinda.
Dom Pedro Primeiro, por Graça de Deus e unanime acclamação dos povos, Imperador Constitucional e Defensor Perpetuo do Brazil: Fazemos saber a todos os nossos subditos que a Assembléia Geral decretou, e nós queremos a Lei seguinte:
Art. 9.º - Os que freqüentarem os cinco annos de qualquer dos Cursos, com approvação, conseguirão o gráo de Bachareis formados. Haverá tambem o grào de Doutor, que será conferido áquelles que se habilitarem som os requisitos que se especificarem nos Estatutos, que devem formar-se, e sò os que o obtiverem, poderão ser escolhidos para Lentes.
Art. 10.º - Os Estatutos do VISCONDE DA CACHOEIRA ficarão regulando por ora naquillo em que forem applicaveis; e se não oppuzerem á presente Lei. A Congregação dos Lentes formará quanto antes uns estatutos completos, que serão submettidos á deliberação da Assembléa Geral. Art. 11.º - O Governo crearà nas Cidades de S. Paulo, e Olinda, as cadeiras necessarias para os estudos preparatorios declarados no art. 8.º.
Mandamos portanto a todas as autoridades, a quem o conhecimento e execução da referida Lei pertencer, que a cumpram e façam cumprir e guardar tão inteiramente, como nella se contém. O Secretario de Estado dos Negocios do Imperio a faça imprimir, publicar e correr. Dada no Palacio do Rio de Janeiro aos 11 dias do mez de agosto de 1827, 6.º da Independencia e do Imperio.
IMPERADOR com rubrica e guarda.
(L.S.)
Visconde de S. Leopoldo.
Carta de Lei pela qual Vossa Majestade Imperial manda executar o Decreto da Assemblèa Geral Legislativa que houve por bem sanccionar, sobre a criação de dous cursos juridicos, um na Cidade de S. Paulo, e outro na de Olinda, como acima se declara.
Para Vossa Majestade Imperial ver.
Albino dos Santos Pereira a fez.
Registrada a fl. 175 do livro 4.º do Registro de Cartas, Leis e Alvarás. - Secretaria de Estado dos Negócios do Império em 17 de agosto de 1827. – Epifanio José Pedrozo.
Pedro Machado de Miranda Malheiro.
Foi publicada esta Carta de Lei nesta Chancellaria-mór do Imperio do Brazil. – Rio de Janeiro, 21 de agosto de 1827. – Francisco Xavier Raposo de Albuquerque.
Registrada na Chancellaria-mór do Imperio do Brazil a fl. 83 do livro 1.º de Cartas, Leis, e Alvarás. – Rio de Janeiro, 21 de agosto de 1827. – Demetrio José da Cruz.
______________________________________________
Fonte: Brasil. Leis, etc. Collecção das leis do Imperio do Brazil de 1827. Rio de Janeiro: Typographia Nacional, 1878. p. 5-7.
A eleição que renovará, no dia 17 de novembro, a diretoria da Subsecção Lapa da Ordem dos Advogados do Brasil tem a oposição capitaneada por Vander de Melo, que encabeça a chapa 2, "Você pode mudar".
PROJETOS DA OPOSIÇÃO
A eleição que renovará, no dia 17 de novembro, a diretoria da Subsecção Lapa da Ordem dos Advogados do Brasil tem a oposição capitaneada por Vander de Melo, que encabeça a chapa 2, “Você pode mudar”. Compõem, ainda, a lista opositora, Lélia Barris (vice-presidente) e Day Neves Bezerra Júnior (secretário). “Nos três primeiros anos da atual gestão, 60% dos compromissos foram implantados. Ganharam todos advogados da Lapa. Porém, nos últimos três anos nada aconteceu. Por isso, enquanto chapa de oposição, nos organizamos para mudar o estado de inércia da OAB-Lapa”, afirma Melo.
Como compromisso de campanha, a chapa “Você pode mudar” diz lutar pela reestruturação da Comissão da Mulher; pelo apoio ao recém-ingresso na OAB-Lapa, ajudando-o a superar dúvidas na condução de seus primeiros processos; reestruturar com plantões a Comissão de Prerrogativas com advogados especializados no Estatuto da Ordem para defender adequadamente o advogado lapeano; usar o poder do advogado inscrito na subsecção, transformando a OAB-Lapa num instrumento de pressão para as conquistas que beneficiem os profissionais da ordem, como, por exemplo, a diminuição da anuidade.
Somente quando nos envolvemos nos meandros de algum projeto de vida, conseguimos ter a visão exata da nossa dimensão real. Por esse motivo, para a edificação da grande obra é necessário que pessoas preciosas venham suprir as minhas carências naturais, e juntas podermos então fazer deste projeto uma realidade.
Desta feita, sem o apoio de todos os advogados e advogadas que, assim como nós, não pensam em si mesmo, tornar-se-á impossível conseguir, sozinho, desenvolver o hercúleo trabalho da edificação de um futuro melhor para a sagrada profissão que escolhemos, e que nos proporciona levar à mesa o pão de cada dia como recompensa da luta cotidiana no combate às injustiças na realização do desejo de todos, em favor do cidadão. A coragem, força e amizade incondicional será o meu porto seguro, quando as complicadas fórmulas não derem certo.
Durante a minha caminhada pela ainda despavimentada estrada que nos leva a OAB-LAPA (“Casa do Advogado”), em determinados momentos me verei no interior dos advogados emocionados, percorrendo o caminho tortuoso das emoções humanas. Noutros momentos por-me-ei a escutar os segredos que me serão contados, carinhosamente ao pé do ouvido por vozes ponderadas e pacientes que aprimorarão meu aprendizado extracurricular.
Saibam. Ao aceitar, em mais esta oportunidade, submeter o meu nome à avaliação de meus nobres pares, você preclaro colega, o fiz com o cuidado de sentir que todos os integrantes da Chapa 2 “OPOSIÇÃO: VOCÊ PODE MUDAR” , assim como eu, não pensam em seu voto tão somente, pensam em você. Aceitei concorrer à Presidência da OAB-LAPA porque vejo você, advogado e advogada, o outro de mim mesmo. Daí porque você é o pilar de sustentação da obra e o voto é o caminho para a edificação de melhores dias para todos nós.
Na eleição no dia 17/11/2009 para a OAB DA LAPA vote e eleja os advogados e as advogadas da CHAPA 2 que tem o nome OPOSIÇÃO: VOCÊ PODE MUDAR.
Importante dizer que o texto abaixo está corretíssimo. O texto é simples e de fácil assimilação, penso que todos deveriam saber.
Já estive algumas vezes no Conselho Tutelar da Lapa, em São Paulo, acompanhando clientes e constatei a atuação do referido Conselho que acredito ser de extrema importância para a comunidade a fim de preservar os direitos da Criança e do Adolescente.
Conselho Tutelar
O Conselho Tutelar é o órgão responsável em fiscalizar se os direitos previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) estão sendo cumpridos. No Conselho Tutelar trabalham cinco Conselheiros, escolhidos pela comunidade para um mandato de 3 anos, que são os principais responsáveis para fazer valer esses direitos e dar os encaminhamentos necessários para a solução dos problemas referentes à infância e adolescência.
Podem ser encaminhados para o Conselho Tutelar casos de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão que tenham como vítimas crianças ou adolescentes.
Ao receber denúncia de que alguma criança ou adolescentes está tendo seu direto violado, o Conselho Tutelar passa a acompanhar o caso para definir a melhor forma de resolver o problema.
Por exemplo, se os pais de uma criança ou adolescente não encontram vagas para seus filhos na escola, ou ainda, se a criança ou adolescente estiver precisando de algum tratamento de saúde e não for atendido, o Conselho Tutelar pode ser procurado. Nesses casos, o Conselho tem o poder de requisitar que os serviços públicos atendam a essas necessidades. Requisitar, aqui, não é mera solicitação, mas é a determinação para que o serviço público execute o atendimento.
Casos as requisições não sejam cumpridas, o Conselho Tutelar encaminhará o caso ao Ministério Público para que sejam tomadas as providências jurídicas.
receber a comunicação dos casos de suspeita ou confirmação de maus tratos e determinar as medidas de proteção necessárias;
determinar matricula e freqüência obrigatória em estabelecimento oficial de ensino fundamental, garantido assim que crianças e adolescentes tenham acesso à escola;
requisitar certidões de nascimento e óbito de crianças ou adolescentes, quando necessário;
atender e aconselhar pais ou responsáveis, aplicando medidas de encaminhamento a: programas de promoção à família, tratamento psicológico ou psiquiátrico, tratamento de dependência química;
orientar pais ou responsáveis para que cumpram a obrigação de matricularem seus filhos no ensino fundamental, acompanhando sua freqüência e aproveitamento escolar;
requisitar serviços públicos nas áreas de saúde, educação, serviço social, previdência, trabalho e segurança;
encaminhar ao Ministério Público as infrações contra os direitos de crianças e adolescentes.
Dia 1º de Abril de 2009 fui vítima de divulgação de uma Ata de Audiência adulterada, via e-mail, aos escritórios de advocacia, colegas advogados, Juízes, entre outros, brincadeira completamente absurda e de muito mau gosto.
Referida ata adulterada narra que, durante suposta audiência, desacatei Juiz, desferi socos em policial que meu cliente se jogou pela janela do segundo andar... Ademais consta ainda nesta Ata de Audiência FALSA o nome das partes e dos advogados, verdadeiros.
Indignado e perplexo com o conteúdo, em nome da verdade, venho expressar publicamente o meu repúdio a essas informações, informando que realizei, no dia 23 de Março de 2009, às 9:30h, no Foro Regional IV – Lapa – a audiência de tentativa de conciliação, referente ao processo cujas partes referem-se na "brincadeira".
Porém, na ocasião, transcorreu tudo conforme a legislação vigente, sendo que as partes e os advogados trataram-se com urbanidade e respeito.
A Ata de Audiência adulterada é infundada, irresponsável e caluniosa, contendo excessosinaceitáveis e caracterizadores das condutas de difamação e de injúria.contra este advogado que subscreve, tipificada no Código Penal, nos arts. 138 e 139, sendo que a divulgação da ata, sabendo ser seu conteúdo falso, também constitui fato típico, previsto no art. 138, § 1º do referido dispositivo legal.
Devido à gravidade do conteúdo desta pauta, causadores de danos à imagem do advogado e seu cliente, serão adotadas medidas administrativas e judiciais cabíveis, de forma a trazer a público e ao universo jurídico a verdade dos fatos.
Como advogado, militante, coordenador dos direitos e prerrogativas do advogado da 96ª Subsecção- OAB – Lapa, não permitirei atos levianos de desmoralização e continuarei cumprindo minha missão de assegurar aos meus clientes e aos colegas advogados, inclusive, a proteção e restauração de seus direitos, realizando a justiça e preservando os bons costumes.
Caso recebam esse e-mail, não repassem e alertem as pessoas que se trata de um documento falso.
Prezados Amigos, Colegas, OAB –SP, Juízes, Promotores de Justiça , Clientes e a Mídia em geral.
Muitíssimo obrigado pela mensagens de apoio e solidariedade, tive sempre a certeza que estou e estarei no caminho certo.
Sempre colaborei com os meus Colegas, com o nosso Órgão de Classe e com o Poder Judiciário naquilo que me foi pedido.
Está sendo de grande valia para me impulsionar na minha trilha profissional e mostrar que não é porque fui vítima de uma galhofa que esmorecerei na minha profissão.
Acredito em Deus, nas Leis e na Justiça dos homens.
Quero consignar meus sinceros agradecimentos à todos!
Aproveito, peço licença à todos e compilo a mensagem (autorizada – diga-se de passagem)recebida do meu Professor, que sempre admirei pelo seu conhecimento jurídico e pela grandeza de profissional que é entendo que sua mensagem representa à todos.
Dr. Day Neves – Advogado – OAB/SP 187108 – 08/04/2009
Estimado Dr. Day Neves.
Tenho por demais inafastável a repugnância que me toma conta quando sei existir em nossa tão nobre Classe, muitas vezes próxima ao nosso convívio, pessoas com mentalidade tão medíocre e comportamento tão desumano e pequeno, nalgumas vezes até ocupando cargos e dirigindo vários subordinados. Estes, sim, são portadores dos males do século: a falta de solidariedade e respeito pelo ser humano.
Há homens de vilesa tamanha que sentem prazer em perpetrar desairosos e deslustros comentários, como acusar pessoas de ditadoras, apenas para salvaguardar espaços e perpetuar-se em cargos, mesmo que só ocupem o espaço;mas tenho notado que suas ocas palavras acabam por ecoar naqueles de pensamentos igualmente mesquinhos, como aqueles nutridos pelo caluniador, porque não sabem pensar, passam a vida repetindo o pensado.
Pessoas tais, advogados ou leigos, não parecem artífices de primeira qualidade, espíritos capazes de levar a obra às questões mais complicadas deste mundo.
Sugiro faça como eu aprendi a fazer, dileto amigo Day: o tempo é o senhor da razão. Não precisa e de nada adiantará ter pressa, porque o alvorecer só chega depois da noite toda ter passado.
Por conhecê-lo tão bem, estimado amigo Day Neves, testemunha que sou da vossa extraordinária dedicação à pesquisa desde os bancos acadêmicos, estudioso e pensador do Direito, incansável e combatível honrado advogado, posso assegurar que vossa atuação muito tem dignificado a nossa profissão. Por isto e muito mais, o mínimo que me cabe é, por intermédio dessa missiva eletrônica, tributar minha solidariedade e apoio ao dileto amigo.
(...)Aluno exemplar que foi, e Advogado zeloso e dedicado que você se tornou, posso afirmar e gritar para o mundo, meu dileto amigo Day Neves, que seguindo vosso exemplo "Graças ao Grande Arquiteto do Universo e à sua glória, sou advogado". (...) (sic)
E vou além. Levantar-se em vossa defesa é defender a todos nós, afinal, quando agimos desse modo, estamos vendo no outro advogado o outro de nós mesmos.
Conte comigo, se preciso for.
São Paulo, 06 de Abril de 2009.
Prof. Dr. Vander de Melo.
Advogado e Professor Universitário de Direito
Jornalista por formação
Autor de diversos artigos jurídicos
Advogado/Professor Universitário/2003. Prêmio da Revista Rumo Certo
Advogado do Ano/2003. Título recebido da Associação Comercial de São Paulo.
"A serviço dos bons advogados, como aqueles que não transigem com a ética e nem com as prerrogativas." (Prof. Dr. Vander de Melo)
Dia 1º de Abril de 2009 fui vítima de divulgação de uma Ata de Audiência adulterada, via e-mail, aos escritórios de advocacia, colegas advogados, Juízes, entre outros, brincadeira completamente absurda e de muito mau gosto.
Referida ata adulterada narra que, durante suposta audiência, desacatei Juiz, desferi socos em policial que meu cliente se jogou pela janela do segundo andar... Ademais consta ainda nesta Ata de Audiência FALSA o nome das partes e dos advogados, verdadeiros.
Indignado e perplexo com o conteúdo, em nome da verdade, venho expressar publicamente o meu repúdio a essas informações, informando que realizei, no dia 23 de Março de 2009, às 9:30h, no Foro Regional IV – Lapa – a audiência de tentativa de conciliação, referente ao processo cujas partes referem-se na "brincadeira".
Porém, na ocasião, transcorreu tudo conforme a legislação vigente, sendo que as partes e os advogados trataram-se com urbanidade e respeito.
A Ata de Audiência adulterada é infundada, irresponsável e caluniosa, contendo excessosinaceitáveis e caracterizadores das condutas de difamação e de injúria.contra este advogado que subscreve, tipificada no Código Penal, nos arts. 138 e 139, sendo que a divulgação da ata, sabendo ser seu conteúdo falso, também constitui fato típico, previsto no art. 138, § 1º do referido dispositivo legal.
Devido à gravidade do conteúdo desta pauta, causadores de danos à imagem do advogado e seu cliente, serão adotadas medidas administrativas e judiciais cabíveis, de forma a trazer a público e ao universo jurídico a verdade dos fatos.
Como advogado, militante, coordenador dos direitos e prerrogativas do advogado da 96ª Subsecção- OAB – Lapa, não permitirei atos levianos de desmoralização e continuarei cumprindo minha missão de assegurar aos meus clientes e aos colegas advogados, inclusive, a proteção e restauração de seus direitos, realizando a justiça e preservando os bons costumes.
Caso recebam esse e-mail, não repassem e alertem as pessoas que se trata de um documento falso.
OS MAGISTRADOS ingleses portavam uma vara, símbolo da autoridade. Com ela, abriam as audiências.
O alvará de 30 de junho de 1652 assim dispunha: E os magistrados e julgadores que usam da insígnia da vara não as possam trazer de rota ou de outra coisa semelhante, salvo madeira, da espessura costumada, não as trazendo abatidas, mas direitas na mão, levantadas em proporção ao corpo; e só as prisões lhes permitem as possam trazer quebradiças.”
Essas varas eram pintadas de branco ou de vermelho.
As pintadas de branco competiam aos juízes letrados. As de vermelho, aos juízes leigos.
Conforme as Ordenações, sob pena de multa, teriam os juízes que as trazer, continuadamente, quando pela vila andassem: “E os juízes ordinários trarão varas vermelhas, e os juízes de fora, brancas, continuadamente, quando pela vila andarem, sob pena de quinhentos réis por cada vez, que sem ela forem achados” (Liv. 1°, tit. 65, § 1°).
A vara, que é a insígnia da autoridade e poder dos juízes, passou a exprimir a própria circunscrição ou área judicial em que o juiz exerce a sua jurisdição e autoridade.
(V, VOCABULÁRIO JURÍDICO, de Plácido e Silva, vol. IV, p. 1626).
Os Três Reis Magos: O árabe Baltazar: trazia incenso, significando a divindade do Menino Jesus. O indiano Belchior: trazia ouro, significando a sua realeza. O etíope Gaspar: trazia mirra, significando a sua humanidade.
As Sete Maravilhas do Mundo Antigo: 1 - As Pirâmides do Egito 2 - Os Jardins Suspensos da Babilônia 3 - O Mausoléu de Helicarnasso 4 - A Estátua de Zeus 5 - O Templo de Artemisa 6 - O Colosso de Rodes 7 - O Farol de Alexandria.
As 7 Notas Musicais A origem é uma homenagem a São João Batista, com seu hino:
Ut queant laxis (dó)Para que possam Resonare fibris ressoar as Mira gestorum maravilhas de teus feitos Famulli tuorum com largos cantos Solve polluit apaga os erros Labii reatum dos lábios manchados Sancti Ioannis Ó São João
Os Sete Pecados Capitais (Eles só foram enumerados no século VI, pelo papa São Gregório Magno (540-604), tomando como referência as cartas de São Paulo)
Gula Avareza Soberba Luxúria Preguiça Ira Inveja
As Sete Virtudes (para combater os pecados capitais)
Os Sete dias da Semana e os Planetas Os dias, nos demais idiomas- com excessão da língua portuguesa , mantém os nomes dos sete corpos celestes conhecidos desde os babilônios :
Domingo - dia do Sol Segunda - dia da Lua Terça - dia de Marte Quarta - dia de Mercúrio Quinta - dia de Júpiter Sexta - dia de Vênus Sábado - dia de Saturno
As Sete Cores do Arco-Íris: Na mitologia grega, Íris era a mensageira da deusa Juno. Como descia do céu num facho de luz e vestia um xale de sete cores, deu origem à palavra arco-íris.
A divindade deu origem também ao termo íris, do olho. Vermelho Laranja Amarelo Verde Azul Anil Violeta
Os Dez Mandamentos:
1º - Amar a Deus sobre todas as coisas 2º - Não tomar o Seu Santo Nome em vão 3º - Guardar os sábados 4º - Honrar pai e mãe 5º - Não matar 6º - Não pecar contra a castidade 7º - Não furtar 8º - Não levantar falso testemunho 9º - Não desejar a mulher do próximo 10º - Não cobiçar as coisas alheias
Os Doze Meses do Ano: Janeiro: homenagem ao Deus Janus, protetor dos lares Fevereiro: mês do festival de Februália (purificação dos pecados), em Roma; Março: em homenagem a Marte, deus guerreiro; Abril: derivado do latim Aperire (o que abre). Possível referência à primavera no Hemisfério Norte; Maio: acredita-se que se origine de maia, deusa do crescimento das plantas; Junho: mês que homenageia Juno, protetora das mulheres; Julho: No primeiro calendário romano, de 10 meses, era chamado de quintilis (5º mês). Foi rebatizado por Júlio César; Agosto: Inicialmente nomeado de sextilis (6º mês), mudou em homenagem a César Augusto; Setembro: era o sétimo mês. Vem do latim septem; Outubro: Na contagem dos romanos, era o oitavo mês; Novembro: Vem do latim novem (nove); Dezembro: era o décimo mês
Os Doze Apóstolos: 1 - Simão Pedro 2 - Tiago (o maior) 3 - João 4 - Filipe 5 - Bartolomeu 6 - Mateus 7 - Tiago (o menor) 8 - Simão 9 - Judas Tadeu 10 - Judas Iscariotes 11 - André 12 - Tomé.
Após a traição de Judas Iscariotes, os outros onze apóstolos elegeram Matias para ocupar o seu lugar.
Os Doze Profetas do Antigo Testamento: 1 - Isaías 2 - Jeremias 3 - Jonas 4 - Naum 5 - Baruque 6 - Ezequiel 7 - Daniel 8 - Oséias 9 - Joel 10 - Abdias 11 - Habacuque 12 - Amos
Os Quatro Evangelistas e a Esfinge
. Lucas (representado pelo touro) . Marcos (representado pelo leão) . João (representado pela águia) . Mateus (representado pelo anjo) Os 4 elementos e os Signos:
. Terra (Touro - Virgem - Capricórnio)
. Água (Câncer - Escorpião - Peixes)
. Fogo (Carneiro - Leão - Sagitário)
. Ar (Gêmeos - Balança - Aquário)
As 9 Musas da Mitologia Grega
(a quem se atribuía a inspiração das ciências e das artes) 1 - Urânia (astronomia) 2 - Tália (comédia) 3 - Calíope (eloqüência e epopéia) 4 - Polímnia (retórica) 5 - Euterpe (música e poesia lírica) 6 - Clio (história) 7 - Érato (poesia de amor) 8 - Terpsícore (dança) 9 - Melpômene (tragédia)
Os Sete Sábios da Grécia Antiga: 1 - Sólon 2 - Pítaco 3 - Quílon 4 - Tales de Mileto 5 - Cleóbulo 6 - Bias 7 - Períandro
Os múltiplos de 10:
(os prefixos usados em Megabytes, Kilowatt, milímetro...)
exa deriva da palavra grega "hexa" que significa "seis". penta deriva da palavra grega "pente" que significa "cinco". tera do grego "téras" que significa "monstro". giga do grego "gígas" que significa "gigante". mega do grego "mégas" que significa "grande". hecto do grego "hekatón" que significa "cem". deca do grego "déka" que significa "dez". deci do latim "decimu" que significa "décimo". mili do latim "millesimu" que significa "milésimo". micro do grego "mikrós" que significa "pequeno". nano do grego "nánnos" que significa "anão". pico do italiano "piccolo" que significa "pequeno". femto do dinamarquês "femten" que significa "quinze". atto do dinamarquês "atten" que significa "dezoito". zepto e zetta derivam do latim "septem" que significa "sete". yocto e yotta derivam do latim "octo" que significa "oito".
Conversão
cavalo-vapor 1 cv = 735,5 Watts horsepower 1 hp = 745,7 Watts polegada 1 in (1´´) = 2,54 cm pé 1 ft (1´) = 30,48 cm jarda 1 yd = 0,9144 m angström 1 Å = 10-10 m milha marítima =1852 m milha terrestre 1mi = 1609 m tonelada 1 t = 1000 kg libra 1 lb = 0,4536 kg hectare 1 ha = 10.000 m2 metro cúbico 1 m3 = 1000 l minuto 1 min = 60 s hora 1 h = 60 min = 3600 s grau Celsius 0 ºC = 32 ºF = ?273 K (Kelvin) grau fahrenheit =32+(1,8 x ºC
Os Dez Números Arábicos
Os símbolos tem a ver com os ângulos: o 0 não tem ângulos o número 1 tem 1 ângulo o número 2 tem 2 ângulos o número 3 tem 3 ângulos etc...
Aniversários de Casamento: 1 ano - Bodas de Algodão 2 anos - Bodas de Papel 3 anos - Bodas de Trigo ou Couro 4 anos - Bodas de Flores e Frutas ou Cera 5 anos - Bodas de Madeira ou Ferro 10 anos - Bodas de Estanho ou Zinco 15 anos - Bodas de Cristal 20 anos - Bodas de Porcelana 25 anos - Bodas de Prata 30 anos - Bodas de Pérola 35 anos - Bodas de Coral 40 anos - Bodas de Rubi ou Esmeralda 45 anos - Bodas de Platina ou Safira 50 anos - Bodas de Ouro 55 anos - Bodas de Ametista 60 anos - Bodas de Diamante ou Jade 65 anos - Bodas de Ferro ou Safira 70 anos - Bodas de Vinho 75 anos - Bodas de Brilhante ou Alabastre 80 anos - Bodas de Nogueira ou Carvalho
1 - Durante a Guerra de Secessão, quando as tropas voltavam para o quartel após uma batalha sem nenhuma baixa, escreviam numa placa imensa: " O Killed " (zero mortos). Daí surgiu a expressão " O.K. ". Para indicar que tudo está bem.
2 - Nos conventos, durante a leitura das Escrituras Sagradas, ao se referir a São José, diziam sempre " Pater Putativus ", ( ou seja: "Pai Suposto" ) abreviando em P.P .". Assim surgiu o hábito, nos países de colonização espanhola, de chamar os "José" de "Pepe".
3 - Cada rei no baralho representa um grande Rei/Imperador da história: . Espadas: Rei David ( Israel ) . Paus: Alexandre Magno ( Grécia/Macedônia ) . Copas: Carlos Magno ( França ) . Ouros: Júlio César ( Roma )
4 - No Novo Testamento, no livro de São Mateus, está escrito " é mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha que um rico entrar no Reino dos Céus "... O problema é que São Jerônimo, o tradutor do texto, interpretou a palavra " kamelos " como camelo, quando na verdade, em grego, "kamelos" são as cordas grossas com que se amarram os barcos. A idéia da frase permanece a mesma, mas qual parece mais coerente?
5 - Quando os conquistadores ingleses chegaram a Austrália, se assustaram ao ver uns estranhos animais que davam saltos incríveis. Imediatamente chamaram um nativo ( os aborígenes australianos eram extremamente pacíficos ) e perguntaram qual o nome do bicho. O índio sempre repetia " Kan Ghu Ru ", e portanto o adaptaram ao inglês, " kangaroo" ( canguru ). Depois, os lingüistas determinaram o significado, que era muito claro: os indígenas queriam dizer: "Não te entendo ".
6 - A parte do México conhecida como Yucatán vem da época da conquista, quando um espanhol perguntou a um indígena como eles chamavam esse lugar, e o índio respondeu " Yucatán ". Mas o espanhol não sabia que ele estava informando " Não sou daqui ".
7 - Existe uma rua no Rio de Janeiro, no bairro de São Cristóvão, chamada "PEDRO IVO". Quando um grupo de estudantes foi tentar descobrir quem foi esse tal de Pedro Ivo, descobriram que na verdade a rua homenageava D.Pedro I, que quando foi rei de Portugal, foi aclamado como "Pedro IV" (quarto). Pois bem, algum dos funcionários da Prefeitura, ao pensar que o nome da rua fora grafado errado, colocou um " O " no final do nome. O erro permanece até hoje. Acredite se quiser...
Eterno, é tudo aquilo que dura uma fração de segundo, mas com tamanha intensidade, que se petrifica, e nenhuma força jamais o resgata!
Fácil é ouvir a música que toca. Difícil é ouvir a sua consciência. Acenando o tempo todo, mostrando nossas escolhas erradas
Fácil é ditar regras. Difícil é segui-las. Ter a noção exata de nossas próprias vidas, ao invés de ter noção das vidas dos outros
Fácil é perguntar o que deseja saber.. Difícil é estar preparado para escutar esta resposta. Ou querer entender a resposta
Fácil é chorar ou sorrir quando der vontade. Difícil é sorrir com vontade de chorar ou chorar de rir,de alegria
Fácil é dar um beijo. Difícil é entregar a alma. Sinceramente, por inteiro.
Fácil é sair com várias pessoas ao longo da vida. Difícil é entender que pouquíssimas delas vão te aceitar como você é e te fazer feliz por inteiro.
Fácil é ocupar um lugar na caderneta telefônica. Difícil é ocupar o coração de alguém. Saber que se é realmente amado.
Fácil é sonhar todas as noites. Difícil é lutar por um sonho.
Fácil é mentir aos quatro ventos o que tentamos camuflar. Difícil é mentir para o nosso coração.
Fácil é ver o que queremos enxergar. Difícil é saber que nos iludimos com o que achávamos ter visto. Admitir que nos deixamos levar, mais uma vez, isso é difícil.
Fácil é dizer "oi" ou “como vai”? Difícil é dizer "adeus". Principalmente quando somos culpados pelapartida de alguém de nossas vidas...
Fácil é abraçar, apertar as mãos, beijar de olhos fechados. Difícil é sentir a energia que é transmitida. Aquela que toma conta do corpo como uma corrente elétrica quando tocamos a pessoa certa.
Fácil é querer ser amado. Difícil é amar completamente só. Amar de verdade, sem ter medo de viver, sem ter medo do depois. Amar e se entregar. E aprender a dar valor somente a quem te ama.
Falar é completamente fácil, quando se tem palavras em mente que expressem sua opinião. Difícil é expressar por gestos e atitudes o que realmente queremos dizer,o quanto queremos dizer, antes que a pessoa se vá...
Fácil é julgar pessoas que estão sendoexpostas pelas circunstâncias. Difícil é encontrar e refletir sobre os seus erros,ou tentar fazer diferente algo que já fez muito errado.
Fácil é demonstrar raiva e impaciênciaquando algo o deixa irritado. Difícil é expressar o seu amor a alguém que realmente te conhece, te respeita e te entende. E é assim que perdemos pessoas especiais.
Às vezes na vida nos comportamos de forma tal que chegamos a rir de nós mesmos .
O diálogo abaixo é verídico e foi travado em outubro de 1995 entre um navio da marinha norte-americana e as autoridades costeiras do Canadá, próximo ao litoral de Newfoundland. Os americanos começaram na maciota:
- Favor alterar seu curso 15 graus para norte para evitar colisão com nossa embarcação.
Os canadenses responderam prontamente:
- Recomendo mudar o SEU curso 15 graus para sul.
O capitão americano irritou-se:
- Aqui é o capitão de um navio da Marinha Americana. Repito, mude o SEU curso.
Mas o canadense insistiu:
- Não. Mude o SEU curso atual.
A situação foi se agravando. O capitão americano berrou ao microfone:
- ESTE É O PORTA-AVIÕES USS LINCOLN, O SEGUNDO MAIOR NAVIO DA FROTA AMERICANA NO ATLÂNTICO. ESTAMOS ACOMPANHADOS DE TRÊS DESTRÓIERES, TRÊS FRAGATAS E NUMEROSOS NAVIOS DE SUPORTE. EU EXIJO QUE VOCÊS MUDEM SEU CURSO 15 GRAUS PARA NORTE, UM, CINCO, GRAUS NORTE, OU ENTÃO TOMAREMOS CONTRAMEDIDAS PARA GARANTIR A SEGURANÇA DO NAVIO.
E o canadense respondeu:
Aqui é um farol, câmbio!
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Ás vezes é tentadora a vontade de usar a força para impor autoridade. Se você exerce poder de direção e/ou tem algum subordinado, sabe do que estou falando.
Mas em tempos de liderança servidora, seguir por esse caminho certamente será muito arriscado. As pessoas precisam ser respeitadas e você deve conquistá-las, não oprimi-las. A arrogância pode cobrar um preço que você talvez não esteja disposto a pagar.
O problema do arrogante é que ele não enxerga isso, por isso proponho o seguinte teste. Peça que 3 pessoas citem uma qualidade e um defeito seu. Se pelo menos um delas citar como defeito arrogância ou prepotência, que são sinônimos, você precisa mudar, ou seus subordinados te aplicarão o maior castigo que você pode sofrer como líder. Eles nunca se espelharão em você.
Ex-mulher não tem de dar satisfação sobre pensão de filho
Ex-marido não pode exigir que sua ex-mulher, que tem a guarda da filha, preste conta da pensão alimentícia paga por ele. O entendimento foi aplicado pela 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça, ao manter decisão do Tribunal de Justiça do Distrito Federal em ação de prestação de contas ajuizada pelo pai.
Na ação, o autor alegou que a ex-mulher exerce má administração dos alimentos pagos por ele à filha de 7 anos, no valor de sete salários mínimos. Ele afirmou que, além da pensão, paga as despesas escolares, o curso de balé e o plano de saúde. Por isso, sustenta que a ex-mulher deve prestar conta dos seus gastos, ao entendimento de que há "desvio de finalidade para a qual a fixação dos alimentos se deu".
A defesa da ex-mulher contestou. Afirmou que o dinheiro é exclusivamente em prol da criança, "sem que se possa visualizar qualquer margem à má administração destes recursos pela mãe da menor que somente visa seu bem".
Na primeira instância, o juiz extinguiu o processo. O Tribunal de Justiça do Distrito Federal confirmou a sentença e negou a apelação. No STJ, o ex-marido sustentou que a prestação de contas serve para comprovar a alegada "má administração" da ex-mulher em relação aos alimentos pagos por ele à criança.
Para a ministra Nancy Andrighi, relatora do processo, aquele que paga pensão alimentícia não detém interesse processual para propor ação de prestação de contas contra a mãe da criança. Diante disso, não reconheceu ao ex-marido o direito de exigir da ex-mulher a prestação de contas da pensão paga por ele à filha.
"A coisa mais injusta sobre a vida é como ela termina.
Eu acho que o verdadeiro ciclo da vida está todo de trás pra frente.
Nós deveríamos morrer primeiro, nos livrar logo disso.
Daí viver num asilo,até ser chutado pra fora de lá por estar muito novo, ganhar um relógio de ouro e ir trabalhar.
Então você trabalha 40 anos até ficar novo o bastante para poder aproveitar a sua aposentadoria. Aí curte tudo, bebe bastante álcool, faz festas e se prepara para a faculdade.
Vai para o colégio, tem várias namoradas, vira criança, não tem nenhuma responsabilidade, se torna um bebezinho de colo, volta pro útero da mãe, passa seus últimos nove meses de vida flutuando, e termina tudo num grande orgasmo.
01- Jamais, sob quaisquer circunstâncias, tome um remédio para dormir e um laxante na mesma noite.
02- Se você tivesse que identificar, em uma palavra, a razão pela qual a raça humana ainda não atingiu (e nunca atingirá) todo o seu potencial, essa palavra seria 'reuniões'.
03- Há uma linha muito tênue entre "hobby" e "doença mental".
04- As pessoas que querem compartilhar as visões religiosas delas com você, quase nunca querem que você compartilhe as suas com elas.
05- Não confunda nunca sua carreira com sua vida.
06- Ninguém liga se você não sabe dançar. Levante e dance.
07- A força mais destrutiva do universo é a fofoca.
08- Uma pessoa que é boa com você, mas grosseira com o garçom, não pode ser uma boa pessoa.
09- Seus amigos de verdade amam você de qualquer jeito.
10- Nunca tenha medo de tentar algo novo. Lembre-se de que um amador solitário construiu a Arca de Noé. Um grande grupo de profissionais construiu o Titanic.
Day Neves Bezerra Júnior - Li, gostei e bloguei...
A importância de conhecer o cliente
Uma dona de casa, num vilarejo bem distante DA cidade, ao atender às Palmas em sua porta e à voz "Oi de casa, estou entrando!", depara-se com um homem jogando esterco de cavalo em seu tapete da sala.
A mulher apavorada pergunta: - O senhor está maluco? O que pensa que está fazendo em meu tapete?
O vendedor, não deixando a mulher falar mais nada, responde: - Boa tarde! Eu estou ao vivo oferecendo meu produto, e ao vivo eu provo para senhora que nossos aspiradores são os melhores e os mais eficientes do mercado, tanto que eu estou agora fazendo um desafio: Se eu não limpar esses estercos em seu tapete, eu prometo que irei comê-Los!
A mulher retirou-se para a cozinha sem falar nada. O vendedor curioso perguntou: - A senhora vai aonde? Não irá ver a eficiência do meu produto? A mulher responde: - Vou pegar uma colher, sal, pimenta e um guardanapo de papel, e uma cachaça para abrir o apetite, pois aqui em casa não tem energia elétrica!
Na Inglaterra um réu estava sendo julgado por assassinato. Havia evidências quase indiscutíveis sobre a sua culpa, mas o cadáver não aparecera. Quase ao final da sua sustentação oral, o advogado, temeroso de que seu cliente fosse condenado, recorreu a um truque: - Senhoras e senhores do júri, senhor Juiz, eu tenho uma surpresa para todos, disse o advogado, olhando para o seu relógio. Dentro de dois minutos, a pessoa que aqui se presume assassinada, vai entrar na sala deste Tribunal. E olhou para a porta. Os jurados, surpresos, também ansiosos, ficaram olhando para a porta. Decorreram-se dois longos minutos e nada aconteceu. O advogado, então, completou: - Realmente, eu falei e todos vocês olharam para porta com a expectativa de ver a suposta vítima. Portanto, ficou claro que todos têm dúvida neste caso, se alguém realmente foi morto. Por isso insisto para que vocês considerem o meu cliente inocente. Os jurados, visivelmente surpresos, retiraram-se para a decisão final. Alguns minutos depois, o júri voltou e pronunciou o veredicto: - Culpado! - Mas como? perguntou o advogado... 'Eu vi todos vocês olharem fixamente para a porta, é por se concluir que estavam em dúvida! Como condenar na dúvida? E o juiz esclareceu: - Sim, todos nós olhamos para a porta, menos o seu cliente .
MORAL DA HISTÓRIA : NÃO BASTA TER UM BOM ADVOGADO SE O CLIENTE FOR INCOMPETENTE
Advogado, Juiz e Promotor escravos da lei devem trabalhar de graça, pois escravo não recebe salário.
Advogado, Juiz e Promotor cumpridores da lei também devem trabalhar de graça, pois muitos cumprem a lei sem serem remunerados por isto.
Advogado, Juiz e Promotor defensores da Justiça devem ser bem remunerados, pois para isto exige muito estudo, maturidade e reflexão sobre valores coexistentes.
Procure também sempre praticar alguma boa ação, pois fazer justiça não é apenas ficar condenando as pessoas, fazer justiça é muito mais amplo. Apenas condenar é mera vaidade pessoal.
Afinal, aplicar a lei é fácil, difícil é fazer justiça.
TRINTA DICAS JURÍDICAS – 1ª PARTE – DAY NEVES BEZERRA JÚNIOR
Escrito por– Dr. André Luis Alves de Melo
Promotor de Justiça de Estrela do Sul/MG e
Compilado por – Dr. Day Neves Bezerra Júnior
Advogado – OAB/Lapa- São Paulo/SP
Para você ter melhor acesso ao sistema jurídico e aos próprios direitos.
1. - Pela lei é considerado criança até 12 anos; adolescente de 12 a 18 anos;
jovem quem tem mais 18 anos e até 24 anos; e idoso acima de 60 anos.
2. - Pessoas com deficiência física ou mental (portadores de necessidades especiais) e idosos, com mais de 65 anos, quando carentes economicamente podem receber o benefício do INSS de um salário mínimo mensal. Para saber mais procure a assistente social do município.
3. - É proibido o trabalho para menores de 16 anos, em face de alteração na Constituição Federal, mas nada impede que lavem os seus pratos e arrumem as suas camas, pois isso não é considerado trabalho.
3.1. - De 14 a 16 anos é possível ser aprendiz, mas deve obedecer ás normas específicas.
4. - É considerado maior de idade quem completa 18 anos, mas em alguns casos a obrigação de alimentar prorroga-se até 24 anos, quando se está estudando ou se é portador de necessidade especial (deficiente físico ou mental).
5. - Todo cidadão tem direito, mas também tem deveres.
6. - No SUS (sistema único de saúde) todo tratamento de saúde é gratuito, inclusive remédios de eficácia reconhecida. Mas evite desperdícios como algumas pessoas que apresentam receitas de vários médicos para fazerem estoque.
6.1 - Saúde não é apenas remédio e hospital, também depende do cidadão em buscar uma alimentação saudável e exercícios físicos.
7. - Se você tem um (a) amásio (a) ou mora junto, é recomendável que seja feito um contrato conforme prevê a lei, pois isso pode evitar uma longa demanda judicial futura em caso de falecimento ou dissolução. Há modelos de contrato desse tipo disponível à população.
9. - O Juizado Especial é uma evolução eficiente de acesso ao direito e atende causas de até 40 Salários Mínimos, sendo que até 20 salários mínimos a própria pessoa pode diretamente apresentar o requerimento sem a obrigatoriedade de um advogado. Funciona próximo ao Fórum.
10. - Cada ação judicial custa ao Estado em torno de R$ 2.000,00 e se tiver recurso ao tribunal pode ultrapassar R$ 3.000,00. Por isso evite ajuizar ações sem necessidade, pois o dinheiro público poderá ser usado em moradia, educação e saúde.
11. - O acordo quase sempre é o melhor caminho, e pode ser feito até extrajudicialmente, não apenas no fórum.
12. - Transferências de imóveis em cartório no valor de até 30 salários mínimos não precisam de escritura pública, basta o instrumento particular (Art. 108 do Novo Código Civil).
13. - Evite chamar a polícia para resolver questões de vizinhança, pois o Juizado Especial Cível pode atender essas questões.
14. - Antes de casar consulte um bom advogado para orientar quanto ao melhor regime de bens e às obrigações decorrentes do casamento.
15. - Quem tem propriedade é recomendável fazer Testamentos para evitar demandas judiciais que se arrastam por anos nos Inventários. Os Testamentos demonstram um planejamento maior e o dono da herança pode até decidir como será a distribuição dos bens. Nesse caso é preciso consultar um bom advogado.
TRINTA DICAS JURÍDICAS - 2ª PARTE - DAY NEVES BEZERRA JÚNIOR
16. - Questões de retificações de áreas podem ser feitas diretamente nos cartórios extrajudiciais.
17. - As partes podem consultar os seus processos no próprio balcão do Fórum ou através da internet, www.tj.sp.gov.br , www.trt2.gov.br .
18. - É crime de abandono material não fornecer alimentos aos dependentes, sejam filhos ou idosos genitores.
Obrigações de alimentos não depende apenas da idade de 18 anos, pode ser ampliada em alguns casos, como estudo e portadores de necessidades especiais.
19. - É crime de abandono intelectual não fornecer estudos básicos aos filhos. Os pais devem fiscalizar a freqüência e os resultados de seus filhos.
19.1. - Também é crime colocar os filhos para fazer mendicância nas ruas.
20. - A Promotoria cuida dos direitos coletivos como meio ambiente, eleitoral, consumo geral, incapazes, patrimônio público, atuando judicialmente e extrajudicialmente para promover a inclusão social e combater à corrupção e aos crimes fazendo o controle externo das polícias.
21. - As pessoas podem e devem fazer a previdência pública (INSS) ou privada (nos bancos), pois quando não puderem mais trabalhar, receberão uma aposentadoria o que pode beneficiar o cidadão como a sua família, mesmo se falecer. O custo é baixo em relação ao benefício, o valor mínimo é em torno de R$ 60,00 mensais.
22. - A preservação do meio ambiente é obrigação de todos e não apenas do Estado.
23. - São direitos coletivos a inclusão social, a segurança pública, o turismo, a geração de empregos e o patrimônio histórico, além de outros.
24. - Pessoas interessadas em adoção podem procurar a Assistente Social no Fórum, tanto para adotar como para serem adotadas.
24.1. - Pais que não cuidam de seus filhos podem perder a guarda dos mesmos através de ação da promotoria.
24.2. -O interesse a prevalecer é o bem estar da criança e não o dos pais.
24.3. -Estudos indicam que a preferência para adoção é para crianças de até 04 anos e que boa parte dos adolescentes infratores se tivesse mudado de lar até essa idade, poderiam ter outro tipo de vida.
24.4. - Adoção amigável pode ser iniciada no próprio balcão do fórum.
25. - Imóveis urbanos de até 250m² podem ser adquiridos mediante usucapião em apenas cinco anos e nos demais casos os prazos também foram reduzidos com o Novo Código Civil.
26. - De acordo com o Novo Código Civil e Estatuto da Cidade quem não paga IPTU pode perder o imóvel por interesse social.
27. - Os exames de DNA, para descobrir a paternidade, custam menos de R$ 300,00 quando as partes estão vivas, mas podem ser mais de R$ 40.000,00 quando há falecimento de alguma das partes e precisa de exumação. Por isso, a melhor dica é fazer o DNA o mais rápido. É direito de todo filho saber quem é o seu pai, e isso não pode ser negado pela mãe.
28. - Certidões de nascimento e de óbito são gratuitas, bem como a 2ª via quando o erro na certidão for por culpa do cartório.
29. - Ninguém penhora nada na “Caxa”…- A penhora é um instituto usado apenas em juízo, e serve para assegurar a um credor o recebimento de uma dívida em face ao devedor inadimplente.
29.1. - Trocando em miúdos, a penhora se dá quando o devedor, não quitando sua dívida, e sendo acionado judicialmente, ainda assim não paga, e o juiz, para resguardar o direito do credor, penhora os bens do devedor para servirem de caução durante o processo.
29.2. - Na “Caxa”, a gente empenha bens móveis. O nome deste instituto é penhor (art. 1.431, do Código Civil), e o daquele, descrito no parágrafo acima, é penhora. Parecidos quanto ao nome, completamente diferentes quanto ao sentido. A versão para bens imóveis do penhor é conhecida de todos, e dificilmente usada equivocadamente: é a hipoteca.
Day Neves Bezerra Júnior - Li, gostei e bloguei...
Uma das experiências mais desagradáveis que uma pessoa pode passar é ter que recorrer ao atendimento ao cliente por telefone em certas empresas.
Apesar de todo avanço tecnológico, obter uma informação, solicitar ajuda ou fazer uma reclamação sobre um produto ou serviço ficou mais difícil. Logo de saída, você é atendido por uma máquina que lhe dá as boas vindas, fala de sua satisfação em tê-lo como cliente e desfila um menu interminável de opções de digitação. Se você, mesmo por um segundo, desviar a atenção da voz do outro lado da linha, terá que esperar que ela repita tudo de novo. Não tem nada mais irritante. Você está escutando atentamente o "digite um para isso; dois para aquilo; três para..." e aí alguém chama seu nome ou entra na sala. Pronto. É o bastante para você distrair-se e perder a seqüência. E começa tudo de novo.
Escolhida a opção, um outro menu entra em ação: "para produto de cor verde, digite um; para produto de cor azul, digite dois..." e assim vai, até o zero, que é a opção de voltar ao menu anterior. Aí você pensa: "será que escolhi a opção errada no primeiro menu?" Aperta o zero e volta.
Dessa vez escolhe outra opção, mas sem a mesma convicção da primeira, que você jurava ser a correta. Nova lista de opções, você escolhe a que mais se parece com seu problema e entra outra gravação: "Por favor, digite seu código de cliente ou CPF. Como você não tem a menor idéia do tal código, lança mão do CPF. Digita, rapidamente, com medo de cair a linha, mas parece que a máquina é meio lerda: "por favor, digite PAUSADAMENTE o código do cliente ou o CPF." Bem devagar e apertando a tecla do telefone até quase empurra-la para dentro do aparelho, escuta outra voz: "No momento, todos os nossos pontos de atendimento estão ocupados. Por favor, aguarde." E falam isso como se você não estivesse ocupado, não tivesse mais nada a fazer e tivesse ligado por pura diversão.
Nova gravação, enquanto você espera: "Por favor, não desligue. Sua ligação é muito importante para nós. Você será atendido assim que um de nossos atendentes ficar desocupado." E entra uma série interminável de serviços e produtos que a empresa fornece. Obviamente você não presta a menor atenção à voz misteriosa do outro lado da linha e começa a ler alguma coisa.
Passado sabe-se lá quanto tempo, aparece alguém que parece estar ao vivo. Após a primeira frase, você tem certeza que tem alguém do outro lado, pois a voz fala gerundiês.
--Maria, boa tarde. Em que posso estar ajudando?
--Eu quero apenas uma informação: Qual...
--Desculpe senhor, mas eu não posso estar dando informações. Sou do suporte técnico.
--Sim, mas como...
--Senhor, vou estar transferindo sua ligação para que o Sr. possa estar escolhendo a opção correta.
Antes que você possa dizer alguma coisa, entra aquele menu que você jurava ter escolhido certo da primeira vez. Nova tentativa, nova digitação pausada do CPF, o mesmo texto sobre as enormes vantagens da empresa e surge a voz de um humano:
--José da Silva, em que posso estar ajudando?
--Boa tarde, José. Eu quero apenas uma informação: Qual ...
--Antes do Sr. estar me dizendo sua dúvida, preciso de seu código de cliente.
--Não tenho a menor idéia. Qual...
--Sem problema, Sr. Pode ser seu CPF.
--Mas eu já informei meu CPF quando foi solicitado pela máquina.
--Sr, infelizmente não posso estar ajudando se o Sr.não informar ou o código do cliente ou seu CPF.
--Mas para que eu digitei o CPF anteriormente? Você não tem aí na tela?
--Sr, infelizmente não posso estar ajudando o Sr. se não informar ou o código do cliente ou seu CPF.
--Acho que você não me ouviu. EU JÁ DEI MEU CPF ANTERIORMENTE.
-- Sr, infelizmente não posso estar ajudando o Sr. se não informar ou o código do cliente ou seu CPF.
--Escuta aqui: eu estou falando com uma máquina ou você está me fazendo de palhaço?
--O Sr. está falando com José da Silva. O seu código de cliente ou seu CPF, por favor. Infelizmente não posso estar ajudando o Sr. se não informar ou o código do cliente ou seu CPF.
--Eu não acredito... Tudo bem. Anote aí.
--Só um minuto, Sr.
--Obrigado por aguardar, Sr.
--Tá. Qual...
--Sr, será preciso que o Sr. esteja informando seu código de cliente. O sistema que checa CPF está temporariamente fora do ar.
--Como assim?
--O sistema que checa CPF está temporariamente fora do ar. E sem ele ou o código do cliente, infelizmente não posso estar ajudando o Sr.
--Escute aqui: Eu já disse que não tenho a menor idéia do meu código do cliente. Quem tem? Algum cliente dessa droga sabe o código do cliente?
--Sr, eu peço que o Sr. não se altere. Infelizmente não posso estar ajudando o Sr. se não informar ou o código do cliente ou seu CPF.
--Mas que #%&!!!
--Sr., Se o Sr. continuar se exaltando e dizendo palavrões, vou ser obrigado a desligar.
--Eu quero falar com seu gerente.
--Sr., por favor, não grite. Não irá adiantar nada falar com meu gerente. Infelizmente não posso estar ajudando o Sr. se não informar ou o código do cliente ou seu CPF.
--Escute aqui, José...
--Da Silva, Sr..
--Ou você me coloca seu gerente na linha agora ou ...
--Sr., meu gerente não pode estar atendendo ninguém. E infelizmente não posso estar ajudando o Sr. se não informar ou o código do cliente ou seu CPF.
--Olha, vai pra $%&*
--Sr., vou ser obrigado a estar desligando caso o Sr. continue dizendo essas palavras e a me insultar.
--Experimenta desligar, seu &¨#$@. Você não imagina o que vai...
Sinal de ocupado. Será que caiu a linha? Não, ele desligou. Você fica perplexo e, o que é pior, sem a informação que procurava e estressado.
Se você conseguir achar o homem em três segundos,o lado direito de seu cérebro é mais desenvolvido do que o cérebro de pessoas normais.
Se você conseguir achar o homem em 1 minuto,o seu cérebro é normalmente desenvolvido.
Se você conseguir achar o homem etre 1 e 3 minutos,o seu cérebro está reagindo lentamente, e você deveria ingerir mais proteína.
Se conseguir achar o homem depois de 3 minutos,o seu cérebro é um desastre, extremamente lento,e a única sugestão é: assista mais desenhos para ajudar a desenvolver o seu cérebro no lado direito!
Carrefour deve indenizar veículo de consumidor furtado em estacionamento
A 2ª Turma Cível do TJDFT manteve hoje a decisão que condena o hipermercado Carrefour Comércio e Indústria Ltda a pagar, com juros e correções, o veículo furtado em seu estacionamento, enquanto o consumidor fazia compras. Segundo os Desembargadores, apesar de todas as alegações da empresa tentando se eximir do dever quanto ao ressarcimento, a responsabilidade objetiva é “indiscutível”. A Turma manteve ainda a multa diária no valor de R$ 700,00, em caso de descumprimento da decisão.
Um dos motivos para que o produtor rural Luiz Alberto Guirau escolhesse o estabelecimento para fazer suas compras era justamente o estacionamento interno da loja sul do Carrefour. Mas para a grande decepção do consumidor, numa dessas idas ao hipermercado, ao retornar ao local aonde havia deixado sua camionete, não encontrou nenhum sinal do veículo. O furto ocorreu no dia 1º de novembro de 2005.
Duas evidências apontaram para a ocorrência de crime: o consumidor recebeu o cartão de estacionamento ao entrar na área da loja e, ao sair do local, tinha o cupom fiscal das compras realizadas. Os dois documentos serviram para fazer o boletim de ocorrência policial.
Apesar das provas, a defesa do Carrefour se negou a recompor o dano patrimonial sofrido, alegando que não havia provas suficientes de que o automóvel teria sido furtado de uma de suas dependências. Para os advogados, a empresa não tinha culpa pelo ocorrido, por isso, não deveria ser responsabilizada pela recomposição da perda.
Mas, segundo os Desembargadores da Turma, a responsabilidade do Carrefour é “indiscutível”. O entendimento obedece ao enunciado 130 da Súmula do Superior Tribunal de Justiça: “A empresa responde perante o cliente pela reparação do dano ou furto de veículos ocorridos em seu estacionamento”.
A condenação abrange R$ 31 mil referentes ao ressarcimento do valor da camionete furtada, com juros e correções. Compreende ainda os valores que o consumidor deixou de ganhar ficando privado do uso do veículo utilitário (lucros cessantes), a serem apurados conforme o valor da locação de veículo similar.
Day Neves Bezerra Júnior - Li , Gostei e Bloguei...
Porquê se risca o número 7 ?
Até os dias atuais muitas pessoas quando escrevem o numero 7 ainda o fazem utilizando uma barra horizontal (traço) suplementar na metade do algarismo. Oficialmente este pequeno traço não existe, como dá para constatar digitando a tecla 7 do seu teclado de micro, calculadora ou qualquer outro aparelho que possua teclado. Agora eu te pergunto: você sabe a origem deste costume?? Para responder temos que voltar muitos séculos atrás, aos tempos bíblicos, quando Moisés estava no Monte Sinai e lhe foram ditados os 10 mandamentos. Ele, em voz alta, os foi dizendo à multidão, um por um. Quando chegou no sete, Moisés anuncia: - Não desejarás a mulher do próximo. Um breve silêncio e a multidão grita em coro: - Risca o sete, risca o sete!
Day Neves Bezerra Júnior – Li, gostei , bloguei...
Miguel Falabella
Texto publicado no Jornal "O Globo"
Saudade de um irmão que mora longe. Saudade de uma cachoeira da infância. Saudade de um filho que estuda fora. Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais. Saudade do pai que morreu, do amigo imaginário que nunca existiu. Saudade de uma cidade. Saudade da gente mesmo, que o tempo não perdoa. Doem essas saudades todas.
Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama. Saudade da pele, do cheiro, dos beijos. Saudade da presença, e até da ausência consentida. Você podia ficar na sala e ela no quarto, sem se verem, massabiam-se lá.
se ela aprendeu a estacionar entre dois carros; se ele continua preferindo Malzebier; se ele continua sorrindo com aqueles olhinhos apertados; se ele continua cantando tão bem; Saudade é não saber mesmo! Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos; Não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento;
Não saber como frear as lágrimas diante de uma música;
Não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche.
Saudade é não querer saber se ela está com outro, e ao mesmo tempo querer.
É não saber se ele está feliz, e ao mesmo tempo perguntar a todos os amigos por isso...
É não querer saber se ele está mais magro, se ela está mais bela.
Saudade é nunca mais saber de quem se ama, e ainda assim doer;
Saudade é isso que senti enquanto estive escrevendo e o que você,
provavelmente, está sentindo agora depois que acabou de ler... "
Saiba por quanto tempo você deve guardar contas pagas, recibos e documentos
DIREITO DO CONSUMIDOR JANAYNA CAJUEIRO Assessoria/ Procon-MT
Recibos, comprovantes de contas pagas e outros documentos valem muito mais do que se imagina. Eles são a garantia dos direitos do consumidor caso um débito seja cobrado pela segunda vez ou haja a necessidade de registrar uma reclamação, por exemplo. A Superintendência de Defesa do Consumidor (Procon-MT) informa por quanto tempo cada tipo de documento deve ser guardado.
Faturas pagas de água, luz e telefone são consideradas taxas, portanto devem ser guardadas por cinco anos. Comprovar que tais contas foram pagas garantem a manutenção da prestação desses serviços ao consumidor. Vale lembrar que se a conta é debitada automaticamente em conta, este débito vale como comprovante de pagamento.
Tributos, como Declaração de Imposto de Renda, IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) e IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores), também devem ser mantidos por cinco anos, contados a partir do primeiro dia útil do ano seguinte ao pagamento. Neste mesmo prazo (cinco anos) o consumidor deve guardar, ainda, holerites, comprovantes de pagamentos dos condomínios, de prestação da casa, de mensalidades escolares, planos de saúde e notas de serviços profissionais liberais.
Para efeito de previdência social, o Carnê do INSS (Instituto Nacional de Seguro Social), para profissionais autônomos, deve ser guardado até que seja feito o pedido do benefício da aposentadoria. Para também garantir os direitos trabalhistas, os demais trabalhadores devem guardar o contracheque.
Os comprovantes de pagamento de consórcios devem ser mantidos até que seja dada a quitação. A liberação da alienação do automóvel, imóvel, etc é a prova de que pagamento foi feito. Já a nota fiscal de outros produtos duráveis (eletrodomésticos, eletroeletrônicos móveis, colchão, automóveis, etc), o que também inclui qualquer tipo de serviço, não deve ser guardada somente até o prazo da garantia, e sim por toda a vida útil da mercadoria. Isso resguarda o consumidor de qualquer defeito oculto de fabricação.
A Superintendente do Procon-MT, Vanessa Rosin, lembra que o Código de Defesa do Consumidor (CDC) assegura que nos casos de cobrança de débitos, a empresa fornecedora do produto ou serviço não pode submeter o devedor a nenhum tipo de constrangimento ou ameaça. “E mais, mesmo se o cliente não tem o comprovante de pagamento, o estabelecimento é que tem que comprovar a existência da dívida”, informou.
No caso de cheques e faturas de cartão de crédito há outras recomendações. Mesmo não havendo nenhuma determinação legal quanto às faturas de cartão de crédito, se recomenda que elas sejam mantidas por no mínimo um ano e no máximo cinco anos. Os cheques da mesma praça devem ser apresentados para desconto em até 30 dias e, de outras praças, em até 60. “O canhoto do talão serve apenas para conferência, não tendo, portanto, valor legal. Essas medidas previnem o consumidor contra eventuais lançamentos indevidos ou cobranças em duplicidade”, concluiu Vanessa.
Day Neves Bezerra Júnior... Vinícius de Moraes é Vinícius de Moraes...
Tenho amigos que não sabem o quanto são meus amigos. Não percebem o amor que lhes devoto e a absoluta necessidade que tenho deles.
A amizade é um sentimento
mais nobre do que o amor, eis que permite que o objeto dela se divida em outros afetos, enquanto o amor tem intrínseco o ciúme, que não admite a rivalidade.
E eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos!
Até mesmo aqueles que não percebem o quanto são meus amigos e o quanto minha vida depende de suas existências ..
A alguns deles não procuro, basta-me saber que eles existem. Esta mera condição me encoraja a seguir em frente pela vida. Mas, porque não os procuro com assiduidade, não posso lhes dizer o quanto gosto deles. Eles não iriam acreditar.
Muitos deles estão lendo esta crônica e não sabem que estão incluídos na sagrada relação de meus amigos. Mas é delicioso que eu saiba e sinta que os adoro, embora não declare e não os procure.
E às vezes, quando os procuro, noto que eles não tem noção de como me são necessários, de como são indispensáveis ao meu equilíbrio vital, porque eles fazem parte do mundo que eu, tremulamente, construí e se tornaram alicerces do meu encanto pela vida.
Se um deles morrer, eu ficarei torto para um lado. Se todos eles morrerem, eu desabo! Por isso é que, sem que eles saibam, eu rezo pela vida deles. E me envergonho, porque essa minha prece é, em síntese, dirigida ao meu bem estar. Ela é, talvez, fruto do meu egoísmo.
Por vezes, mergulho em pensamentos sobre alguns deles. Quando viajo e fico diante de lugares maravilhosos, cai-me alguma lágrima por não estarem junto de mim, compartilhando daquele prazer ...
Se alguma coisa me consome e me envelhece é que a roda furiosa da vida não me permite ter sempre ao meu lado, morando comigo, andando comigo, falando comigo, vivendo comigo, todos os meus amigos, e, principalmente os que só desconfiam ou talvez nunca vão saber que são meus amigos!
A Casa Abrigo Santana , atende 60 crianças e adolescentes de 2 a 17 anos, vítimas de abandono e violência doméstica, encaminhados pelo poder judiciário e Conselho Tutelar.
O abrigo, segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente, integra a rede de proteção especial e deve ser considerado medida excepcional e provisória; o que impõe a necessidade de um trabalho efetivo e ágil.
O trabalho realizado no Abrigo Santana parte de três pressupostos básicos: a criança e o adolescente como prioridade absoluta, suas condições especiais de desenvolvimento e o ambiente familiar como o local mais adequado para o seu convívio. São consideradas as condições que levaram ao abrigamento e o histórico da família para estabelecer as medidas a serem aplicadas à vida de cada criança/adolescente.
A equipe formada por: psicólogos, pedagogos, assistentes sociais e educadores que trabalham junto às crianças/adolescentes no acompanhamento da rotina escolar, do convívio na CASA e na intermediação dos casos junto ao Fórum e às famílias tem atingido a finalidade máxima do abrigo que é o desabrigamento.
Day Neves Bezerra Júnior – Li, Gostei e Bloguei...
Cliente é morto por não concordar com a conta
Um comerciante matou seu cliente após se desentender com ele no pagamento da conta. De acordo com a Polícia Militar, o crime ocorreu na noite de sábado, em um bar no bairro Jardim Roberto Selmi Dei, em Araraquara, em São Paulo.
Testemunhas disseram à polícia que o comerciante discutiu com o cliente, um vendedor de 53 anos, no momento em que ele acertava a conta.
O vendedor supostamente não concordou com o valor cobrado e, dessa forma, o comerciante armado com um revólver efetuou um disparo contra o vendedor, o matando no local. Após o crime o comerciante fugiu sem deixar pistas. Até o momento, segundo a polícia, ele não foi localizado.
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Bruxa paga indenização a cliente por falha em feitiço
A corte de Munique, na Alemanha, condenou uma mulher que se diz bruxa a pagar indenização de US$ 1,2 mil a uma cliente que não obteve resultados após pagar por feitiço amoroso.
O objetivo do feitiço era fazer com que o namorado da cliente voltasse para ela. Uma corte administrativa alemã condenou a bruxa a pagar a indenização por ter oferecido um serviço que era "objetivamente, completamente impossível".
Depois que seu namorado a deixou em 2003, a cliente consultou a bruxa para obter uma magia que o traria de volta. "A mulher realizou o ritual correspondente por diversos meses, sempre em dia de lua cheia, mas sem sucesso", afirma a decisão judicial.
Em depoimento, a bruxa negou ter dito à mulher que seu feitiço teria resultados garantidos. Contudo, a corte decidiu que isso era irrelevante, já que "um ritual amoroso não é capaz de influenciar uma pessoa distante". A identidade das mulheres não foi divulgada.
Um dia desses recebi um e-mail da minha filha mais velha Carol Neves Chaves - jornalista- assessora de imprensa - escrito pelo PEDRO BIAL - jornalista da Rede Globo e realmente achei que poderia dividir com todos, por isso deixarei do jeito que ela enviou para mim.
Uma reflexão que sempre cabe..
E mesmo assim continuaremos pensando antes de agir, fazendo por obrigação, nos
privando de certas coisas, julgando e, sendo julgado, entre outras coisas...
Beijos, Carol
LEIAM :
"Assisti a algumas imagens do velório do Bussunda, quando os colegas do Casseta & Planeta deram seus depoimentos. Parecia que a qualquer instante iria estourar uma piada. Estava tudo sério demais, faltava a esculhambação, a zombaria, a desestruturação da cena. Mas nada acontecia ali de risível, era só dor e a perplexidade, que é mesmo o que causa em todos os que ficam. A verdade é que não havia nada a acrescentar no roteiro: a morte, por si só, é uma piada pronta. Morrer é ridículo. Você combinou de jantar com a namorada, está em pleno tratamento dentário, tem planos pra semana que vem, precisa autenticar um documento em cartório, colocar gasolina no carro e no meio da tarde morre. Como assim? E os e-mails que você ainda não abriu? o livro que ficou pela metade, o telefonema que você prometeu dar à tardinha para um cliente? Não sei de onde tiraram esta idéia: morrer. A troco? Você passou mais de 10 anos da sua vida dentro de um colégio estudando fórmulas químicas que não serviriam pra nada, mas se manteve lá, fez as provas, foi em frente. Praticou muita educação física, quase perdeu o fôlego, mas não desistiu. Passou madrugadas sem dormir para estudar pro vestibular mesmo sem ter certeza do que gostaria de fazer da vida, cheio de dúvidas quanto a profissão escolhida, mas era hora de decidir, então decidiu, e mais uma vez foi em frente... De uma hora pra outra, tudo isso termina numa colisão na freeway, numa artéria entupida, num disparo feito por um delinqüente que gostou do seu tênis. Qual é? Morrer é um chiste. Obriga você a sair no melhor da festa sem se despedir de ninguém, sem ter dançado com a garota mais linda, sem ter tido tempo de ouvir outra vez sua música preferida. Você deixou em casa suas camisas penduradas nos cabides, sua toalha úmida no varal, e penduradas também algumas contas. Os outros vão ser obrigados a arrumar suas tralhas, a mexer nas suas gavetas, a apagar as pistas que você deixou durante uma vida inteira. Logo você, que sempre dizia: das minhas coisas cuido eu. Que pegadinha macabra: você sai sem tomar café e talvez não almoce, caminha por uma rua e talvez não chegue na próxima esquina, começa a falar e talvez não conclua o que pretende dizer. Não faz exames médicos, fuma dois maços por dia, bebe de tudo, curte costelas gordas e mulheres magras e morre num sábado de manhã. Se faz check-up regulares e não tem vícios, morre do mesmo jeito. Isso é para ser levado a sério? Tendo mais de cem anos de idade, vá lá, o sono eterno pode ser bem-vindo. Já não há mesmo muito a fazer, o corpo não acompanha a mente, e a mente também já rateia, sem falar que há quase nada guardado nas gavetas. Ok, hora de descansar em paz. Mas antes de viver tudo? Morrer cedo é uma transgressão, desfaz a ordem natural das coisas. Morrer é um exagero. E, como se sabe, o exagero é a matéria-prima das piadas. Só que esta não tem graça. Por isso viva tudo que há para viver. Não se apegue as coisas pequenas e inúteis da Vida... Perdoe...sempre!!!" (Pedro Bial)
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Homem compra terreno na Lua pela Internet
O cidadão indiano Anish Dasgupta, de Calcutá, chamou a atenção da imprensa local pela compra de um terreno na Lua pela Internet. Fotografado neste sábado com o certificado da compra, Anish se disse animado com a possibilidade de seus descendentes residirem no satélite terrestre em um futuro próximo. Feliz com a compra de dois acres na Lua (cerca de 0,8 hectare), o indiano comprou o terreno por meio do site The Lunar Registry (http://www.lunarregistry.com), que se diz agente autorizado da Lunar Republic Society e garante que o negócio é sério e legal.
O site da Lunar Registry informa que os compradores de terrenos na Lua recebem, além do certificado, localização geográfica da propriedade e uma foto de satélite da mesma, para que o cliente a observe pelo telescópio ou a visite "pessoalmente" se quiser.
O custo do certificado, segundo o site, é de US$ 36,95 por acre (cerca de R$ 80).
Day Neves Bezerra Júnior – Li, gostei e bloguei...
Orkut - para quem está.
Achei de extrema importância, pois um dos princípios basilares do ser humano é o direito a privacidade e a liberdade, se puder dêem uma lida...
Apenas um alerta...
Compilado do Texto de : MENDES, Carolina de Aguiar Teixeira. Perfil: Orkut . Jus Navigandi, Teresina, ano 10, n. 883, 3 dez. 2005. P
Perfil: OrkutA comunidade Orkut
Orkut Buyukkokten nasceu em 06/02/1976, na Turquia. Este engenheiro de computação trabalhava para a empresa Google (), que permitia aos seus funcionários livremente dispender vinte por cento do tempo em projetos pessoais, sendo isso política da empresa para estimular a criatividade. Foi assim que, discreta e constantemente, o engenheiro desenvolveu o que hoje é considerado o maior banco de dados do mundo: o "Orkut".
No início de tal criação, apenas empregados da Google – incluindo o próprio Orkut – participavam da rede que, aos poucos, abriu-se ao público. Só convidados podem participar, porém o website hoje já conta com mais de seis milhões de membros. [01]
Apesar da origem norte-americana, o site virou mania nacional no maior país da América do Sul. Orkut Buyukkokten não entende o porquê da maioria dos membros serem brasileiros (75%, segundo a Revista Exame [02]): "Talvez seja cultural, tenha a ver com a personalidade de vocês, que são conhecidos como um povo amigável. Pode ser devido à própria característica do mecanismo de entrada no site (só pode se cadastrar quem receber um convite de um dos cadastrados). Eu tenho alguns amigos que têm alguns amigos brasileiros, e assim foi se espalhando, o que era mesmo a minha idéia desde o início." [03]
Afiliado ao Google, o serviço possibilita a cada usuário ter sua própria página onde estará descrito o seu perfil contendo dados pessoais como nome completo, idade, cidade de origem, números de telefone, endereço eletrônico, preferências e afins. É possível adicionar à lista de amigos todos os conhecidos encontrados através de amigos de amigos ou por simples sistema de busca.
Falar em privacidade quando se trata de Orkut é uma aberração, já que quem aceita os termos de inclusão diz estar de acordo com o fato de que a empresa passa a ser proprietária de tudo o que ali for publicado. E os membros, em geral, não querem privacidade; eles querem mesmo é aparecer, ver quem tem mais amigos na lista, quem é amigo de quem, e assim por diante. O "barato" é navegar nos perfis de outros.
O site ainda oferece a opção de envio de mensagens de texto pessoais chamadas scraps, além dos testimonials nos quais são escritas declarações de amizade, ambos "prato cheio" para os que gostam de bisbilhotar a vida alheia.
Além disso, existem as comunidades, nada mais que grupos formados pelos membros do Orkut unidos por um interesse em comum.
Com tanta informação específica sobre cada membro, muitos big brothers de plantão estão fazendo a festa. E haja paciência para navegar! Não é à toa que o site vive congestionado.
Não precisamos ir muito longe para racionalmente chegarmos à conclusão de que a facilidade em se conseguir informações sobre os membros é tão grande, que qualquer seqüestrador faria a festa. Saber onde mora a filha de um empresário rico, telefone, lugares que freqüenta e escola na qual estuda é questão de cinco minutos de busca e leitura no Orkut.
DAY NEVES BEZERRA JÚNIOR - MONITORAMENTO DE E-MAIL
Empresas podem monitorar e-mail de funcionários
Decisão inédita do TST permite rastreamento do correio eletrônico pelas empresas com objetivo de obtenção de provas para demissão de empregadosRIO DE JANEIRO - A Primeira Turma do Tribunal Superior do Trabalho reconheceu o direito do empregador de obter provas para justa causa com o rastreamento do e-mail de trabalho do empregado. O procedimento foi adotado pelo HSBC Seguros Brasil S.A depois de tomar conhecimento da utilização, por um funcionário de Brasília, do correio eletrônico corporativo para envio de fotos de mulheres nuas aos colegas.
Em julgamento de um tema inédito no TST, a Primeira Turma decidiu, por unanimidade, que não houve violação à intimidade e à privacidade do empregado e que a prova assim obtida é legal.
O empregador pode exercer, ''de forma moderada, generalizada e impessoal'', o controle sobre as mensagens enviadas e recebidas pela caixa de e-mail por ele fornecidas, estritamente com a finalidade de evitar abusos, na medida em que estes podem vir a causar prejuízos à empresa, disse o relator, ministro João Oreste Dalazen.
Segundo ele, esse meio eletrônico fornecido pela empresa tem natureza jurídica equivalente a uma ferramenta de trabalho. Dessa forma, a não ser que o empregador consinta que haja outra utilização, destina-se ao uso estritamente profissional.
Dalazen enfatizou que o correio eletrônico corporativo não pode servir para fins estritamente pessoais, para o empregado provocar prejuízo ao empregador com o envio de fotos pornográficas, por meio do computador e provedor também fornecidos pela empresa.
Demitido em maio de 2000, o securitário obteve, em sentença, a anulação da justa causa porque, para a primeira instância, a inviolabilidade da correspondência tutelada pela Constituição seria absoluta. Entretanto, o Tribunal Regional do Trabalho do Distrito Federal e Tocantins (10ª Região) deu provimento ao recuso do HSBC Seguros e julgou lícita a prova obtida com a investigação feita no e-mail do empregado e no próprio provedor.
De acordo com o TRT, a empresa poderia rastrear todos os endereços eletrônicos, ''porque não haveria qualquer intimidade a ser preservada, posto que o e-mail não poderia ser utilizado para fins particulares''.
No voto, em que propõe que se negue provimento ao recurso (agravo de instrumento) do securitário, Dalazen esclareceu que a senha pessoal fornecida pela empresa ao empregado para o acesso de sua caixa de e-mail ''não é uma forma de proteção para evitar que o empregador tenha acesso ao conteúdo das mensagens''.
Ao contrário, segundo ele, ela serve para proteger o próprio empregador para evitar que terceiros tenham acesso às informações da empresa, muitas vezes confidenciais, trocadas pelo correio eletrônico. O relator admitiu a ''utilização comedida'' do correio eletrônico para fins particulares, desde que sejam observados a moral e os bons costumes.
Pela ausência de norma específica a respeito da utilização do e-mail de trabalho no Brasil, o relator recorreu a exemplos de casos ocorridos em outros país. No Reino Unido, país que, segundo ele, mais evoluiu nessa área, desde 2000, pela Lei RIP (Regulamentation of Investigatory Power), os empregadores estão autorizados a monitorar os e-mails e telefonemas de seus empregados.
A Suprema Corte do Estados Unidos reconheceu que os empregados têm direito à privacidade no ambiente de trabalho, mas não de forma absoluta. A tendência dos tribunais americanos seria a de considerar que em relação ao e-mail fornecido pelo empregador não há expectativa de privacidade. TST
Um sujeito estava colocando flores no túmulo de um parente, quando vê um
chinês colocando um prato de arroz na lápide ao lado.
Ele se vira para o chinês e pergunta:
- Desculpe, mas o senhor acha mesmo que o defunto virá comer o arroz?
E o chinês responde: - Sim, quando o seu vier cheirar as flores.
Moral da História:
"Respeitar as opções do outro, em qualquer aspecto, é uma das maiores virtudes que um ser humano pode ter. As pessoas são diferentes, agem diferentes e pensam diferente. Portanto, nunca julgue.
Senhor, dê-me serenidade para aceitar as coisas que não posso mudar, coragem para mudar as coisas que não posso aceitar, e sabedoria para esconder os corpos daquelas pessoas que eu tiver que matar por estarem me enchendo muito o saco.
Também, me ajude a ser cuidadoso com os calos em que piso hoje, pois eles podem estar diretamente conectados aos sacos que terei que puxar amanhã. Ajude-me sempre, a dar 100% de mim no meu trabalho:
12% na segunda-feira,
23%, na terça-feira,
40% na quarta-feira,
20% na quinta-feira,
5% na sexta-feira.
“E, ajude-me sempre a lembrar, quando estiver tendo um dia realmente ruim e todos parecerem estar me enlouquecendo, que são necessários 42 músculos para socar alguém, 17 para sorrir...”
"Demais e por muito tempo parecemos ter desistido da excelência pessoal e dos valores como comunidade pelo mero acúmulo de bens materiais..."
Assim inicia um discurso de Bob Kennedy, irmão também assassinado do famoso presidente americano. É uma reflexão radical de como nos iludimos com dados econômicos e deixamos de valorizar o que realmente importa na vida. Muito atual. Para quem tem banda larga é moleza, deixei disponível no link acima.
STJ altera a súmula que dispõe sobre a prisão do devedor por falta de pagamento de pensão alimentícia
A 2ª Seção do STJ alterou a Súmula nº 309, que trata da possibilidade de prisão civil para os casos de falta de pagamento de pensão alimentícia.
A súmula passa a figurar com a seguinte redação: "o débito alimentar que autoriza a prisão civil do alimentante é o que compreende as três prestações anteriores ao ajuizamento da execução e as que vencerem no curso do processo."
A Súmula nº 309 havia sido aprovada em abril do ano passado, a partir de precedentes da 3ª e 4ª Turmas que tomavam por referência legal os artigos 732 e 733, parágrafo 1º, do Código de Processo Civil.
Sua redação anterior era a seguinte: A diferença, agora, é que que o débito que autoriza a prisão civil é aquele relativo às prestações anteriores ao ajuizamento da execução; antes era levado em consideração a data da citação. Esta, sabidamente, no sistema processual brasileiro, muitas vezes é demorada.
A alteração no enunciado da súmula se deu por iniciativa da ministra Nancy Andrighi, que observou ser possível dar mais efetividade ao cumprimento da prisão do devedor caso se considerasse a data do ajuizamento, e não da citação.
A súmula é um verbete que resume o entendimento vigente no STJ sobre um assunto e serve de referência para os outros tribunais do País sobre a posição dominante na corte sobre a questão. Não possui efeito vinculante, isto é, não impede a interposição de recursos, mas direciona a maneira como os tribunais de outras instâncias decidem.
Day Neves Bezerra Júnior - O CAMINHO QUE UM PROCESSO PERCORRE ATÉ A DECISÃO
Revista PRO TESTE - MAIO DE 2004
Vamos partir pelo exemplo: Seu vizinho derrubou o muro de sua casa enquanto construía uma piscina no quintal. Ele não quer arcar com o prejuízo. Então você decide processá-lo.
O que faço?
Antes de dar início a ação, considere o valor que está em jogo. Se o caso for simples e o valor envolvido até 20 salários mínimos, você pode recorrer aos Juizados Especiais Cíveis, sem advogado. Já se as custas for até 40 salários mínimos ou se tiver início na Justiça Comum, em assuntos que envolvam a apresentação de muitas provas, será preciso contratar um advogado.
Ele lhe dirá quais os pontos essenciais para o juiz receber a ação. Por exemplo, se você é parte legítima para mover a ação, isto é, se você é o proprietário do imóvel danificado. Se estiver em nome de outra pessoa, é ela que deve fazer a ação. Ou se o pedido é juridicamente possível. Não seria razoável que você pedisse, nesse caso, que seu vizinho pintasse a casa.
O advogado fará a petição inicial, embasada no que diz a lei e com pedido de indenização e documentos que comprovem o prejuízo, como o boletim de ocorrência, fotos e três orçamentos do conserto. Atenção: como, neste exemplo, tratamos de um caso de indenização, mesmo que o muro que ruiu seja de sua casa de veraneio, você pode entrar com a ação no município em que você mora.
O que faço depois disso?
Ao dar entrada na ação você terá que pagar custas (taxa judiciária, porcentagem da indenização solicitada, etc.). Para um pedido de indenização de R$ 20 mil, valor médio para um caso como o nosso exemplo, as custas equivalem a R$ 200,00 + despesas de mandato judicial , diligências de oficial de justiça, taxa de remessa entre outras.
A ação então segue para o juiz que determinará a citação do réu. Isso quer dizer que será entregue ao seu vizinho uma cópia da petição inicial, por um oficial de justiça, para que ele tome conhecimento da ação.
A partir desta data, ele tem, em geral, 15 dias para responder, por intermédio de um advogado. É a contestação.
O juiz marcará uma audiência de instrução e julgamento. Nesta, você, seu vizinho, os advogados e as testemunhas indicadas deverão comparecer à audiência.
Se for preciso, o juiz indicará um perito no assunto a ser julgado, no caso um engenheiro, para dar embasamento específico para o julgamento.
Você e seu vizinho poderão indicar um especialista cada para trabalhar como assistentes do perito.
Quando o juiz decidir, dará a sentença, o que pode acontecer já na audiência de julgamento. O mais comum, porém, é que ele analise o caso com calma. Ele pode concordar com você e determinar que seu vizinho pague seu prejuízo. Pode concordar com a culpa dele, mas determinar uma indenização menor que a pedida. Mas também pode discordar e determinar que você mesmo pague pelos danos.
É o fim?
Com a decisão do juiz em mãos, tanto o seu advogado quanto o do seu vizinho podem reclamar da decisão: é o recurso. Se ninguém reclamar, a decisão do juiz pode ser cobrada. Além da indenização, quem perde a ação paga o valor determinado pelo juiz e mais custas (honorários do advogado adversário, o total gasto com perícia e outras despesas de Judiciário). Porém, se alguém entrar com recurso, a ação será reavaliada em Segunda instância. Haverá um novo julgamento, mas, neste, ninguém precisa comparecer. A decisão é publicada no Diário Oficial. Ainda acha complicado? Exija que seu advogado esclareça todas as dúvidas que você tiver. É seu direito.
A Constituição prevê o direito à liberdade. A menos que haja um flagrante delito ou um mandado judicial, você não pode ser preso ou obrigado a permanecer em um lugar contra a sua vontade. O acesso à sua residência também só é possível nessas hipóteses ou para prestar socorro a alguém.
Como proceder?
Se uma pessoa ficar detida indevidamente, será preciso entrar com um habeas corpus na Justiça. Em tese, ele não precisa ser feito por um advogado, mas é recomendável buscar um profissional especializado para não haver riscos.
O que pode ser cobrado?
Dependendo do caso, a vítima pode entrar na Justiça e pedir uma indenização pelos danos sofridos. Se houve a perda de um dia de trabalho, por exemplo, pode haver um ressarcimento pelo que a pessoa poderia ganhar. Caso ela tenha sido humilhada publicamente, pode-se pleitear uma indenização por danos morais.
O DEVER DEVE SE IDENTIFICAR
Atenção! Andar por aí sem documentos pode causar alguns transtornos desnecessários. Você deve sempre portar um documento válido que o identifique, como carteira de identidade, CTPS entre outros. Se um cidadão não tiver nenhum documento, os policiais poderão fazer uma identificação criminal, inclusive com a coleta das impressões digitais, mesmo que ele não tenha cometido qualquer delito.
Diz a lenda que Rui Barbosa, ao chegar em casa, ouviu um barulho estranho vindo do seu quintal. Chegando lá, constatou haver um ladrão tentando levar seus patos de criação. Aproximou-se vagarosamente do indivíduo e, surpreendendo-o ao tentar pular o muro com seus amados patos, disse-lhe: - Oh, bucéfalo anácrono! Não o interpelo pelo valor intrínseco dos bípedes palmípedes, mas sim pelo ato vil e sorrateiro de profanares o recôndido da minha habitação, levando meus ovíparos à sorrelfa e à socapa. Se fazes isso por necessidade, transijo; mas se é para zombares da minha elevada prosopopéia de cidadão digno e honrado, dar-te-ei com minha bengala fosfórica bem no alto da tua sinagoga, e o farei com tal ímpeto que te reduzirei à qüinquagésima potência que o vulgo denomina nada.
Texto extraído daFolha Equilíbrio de 23 de Setembro de 2005 de ROSELY SAYÃO é psicóloga e autora de "Como Educar Meu Filho?" (ed. Publifolha)
Os pais e as mães do mundo atual vivem sofrendo com a culpa que sentem em relação a seus filhos. Os motivos que eles encontram para justificar tal emoção se concentram em basicamente um: o de não conseguirem honrar o compromisso afetivo que têm para com os filhos. E por que é que eles acham que falham nisso que consideram um dever? Ora porque têm pouco tempo para conviver com eles, ora porque não conseguem dar a eles tudo o que eles demandam, ora porque precisam tomar atitudes que provocam reações de contrariedade, frustração e descontentamento, ora porque não conseguem proteger os filhos das vicissitudes da vida e dos sofrimentos que ela impõe.
Tanta culpa provoca vários efeitos, é claro, e um deles é bem curioso: os pais têm desvalorizado suas demonstrações de afeto e de admiração tanto verbais quanto físicas aos filhos. É como se todo o amor que eles dão signifique muito pouco ou quase nada em relação ao que eles acreditam que deveriam dar aos filhos.
Apesar de a maioria das mães e dos pais acreditarem que trabalham demais e, por isso, abandonam os filhos, nunca houve tanta proximidade de pais com filhos. Mesmo quando as mulheres não trabalhavam fora e os homens corriam menos, a vida deles em casa não era tão dedicada aos filhos.
Os afazeres com a administração da casa, o compromisso de abastecimento material de todos e o relacionamento entre marido e mulher tomavam muito mais tempo do que o relacionamento com os filhos. Estes não precisavam de tantas provas de amor dos pais: a presença firme e tranqüila deles bastava para que sentissem a segurança necessária para viver.
O estilo corrido da vida atual nas grandes cidades deixa, de fato, um período de tempo menor dos pais para que estes estejam com os filhos. Em compensação, nos fins de semana, feriados e férias e no pouco tempo em que estão juntos em casa, é um grude entre eles. Mas será que os filhos se ressentem da falta de tempo dos pais para eles? Não creio. A falta de disponibilidade pessoal para ser adulto e pai ou mãe deixa um vazio bem maior.
Com essa identificação absoluta entre presença física freqüente e prova de amor, os pais não mais acreditam que um beijo, um abraço, uma manifestação carinhosa em palavras valha algo para os filhos. Por isso, toda vez que precisam ou querem expressar algo carinhoso a eles, acham que precisam fazer isso de forma material.
Texto extraído daFolha Equilíbrio de 23 de Setembro de 2005 de ROSELY SAYÃO é psicóloga e autora de "Como Educar Meu Filho?" (ed. Publifolha)
Não basta dizer ao filho o orgulho que sentem quando percebem que ele conseguiu se esforçar nos trabalhos escolares: é preciso dar um presente. Não basta um elogio quando o filho toma uma atitude que os pais consideram digna: é preciso recompensá-lo materialmente. Não basta dizer ao filho que os pais gostam dele: é preciso dar um doce, um chocolate etc. Não basta responsabilizar o filho por uma tarefa familiar que reconhece seu lugar na família: é preciso pagar a ele por isso.
E é assim que, sem perceber, os pais vão dando pouco valor aos sentimentos e grande valor às sensações, o que aponta um norte de vida aos filhos. É assim também que os pais ensinam aos filhos que mais importantes do que a relação de pertencimento familiar e a vinculação afetiva entre os integrantes da família são as benesses materiais que ela pode oferecer a seus descendentes.
Uma tira de quadrinhos do personagem Calvin, de Bill Watterson, fez uma referência nesse sentido que merece ser citada. A mãe de Calvin comunicou que ele teria, a partir daquele dia, a responsabilidade de arrumar sua cama. O garoto perguntou quanto receberia por aquilo e a mãe respondeu-lhe que nada. Calvin a interpelou perguntando como ele saberia o valor da obrigação se não teria recompensa financeira por ela. A mãe, categórica, respondeu: "Palavra de mãe". É isso: palavra de pai e de mãe vale muito mais -ou deveria valer- do que guloseimas, dinheiro e presentes.
"Dias atrás, na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP), vi reacender a chama da controvérsia acerca da utilização da palavra 'doutor' antecedendo ao próprio prenome do advogado. O debate se inflama e as opiniões se diversificam. Acabo por concordar com a tese de que a utilização do ‘Dr.' pertence aos advogados por direito e por tradição, ressalvadas as raras exceções.
Todos sabem, principalmente os colegas de profissão, que uma lei só perde sua vigência quando por outra revogada. Partindo dessa premissa, resulta que está plenamente em vigor no Brasil o alvará régio editado por D. Maria I, a pia, de Portugal (in Correio Pop., 3.8.71), através do qual os bacharéis em Direito passaram a ter o direito ao tratamento de Doutores.
Do mencionado alvará régio não consta que tenha sido estendido a nenhuma outra profissão. Tanto é assim que, à época, um rábula de incontestável saber jurídico também obteve a honraria, já que exercente da profissão. No entanto, foi necessário um alvará régio especial, tendo sido doutorado por secreto legislativo, em razão de não ser diplomado em Faculdade de Direito. Assim, reforçamos a importante idéia de que essa espécie normativa está em vigor da mesma forma que outras da época do Império, 'verbi gratia’, o nosso Código Comercial de 1850. Visto o enfoque sob o plano normativo, abordemos a questão relativa à tradição.
Já em Roma se outorgou o título em pauta aos filósofos, lá denominados 'doctores sapientiae', bem como àqueles que promoviam conferências públicas sobre temas filosóficos. Quase sempre eram juristas. No século XI I, temos notícia, a honraria era utilizada por grandes filósofos a cuja categoria pertenceu Santo Tomás de Aquino. Pelas universidades o título só foi concedido pela primeira vez a um advogado ('doctor legum') que o ostentou ao lado dos 'doctores és loix' (versados na Ciência do Direito).
O fato é que, desde as origens, o título ‘Dr.’ é honraria legítima dos advogados ou juristas. Tanto isso é verdade que a Bíblia se refere aos doutores da lei quando se reporta aos jurisconsultos que interpretavam as Leis de Moisés, e, quando se voltava aos médicos e curandeiros, lança mão da expressão 'phisicum'.
Parece ter ocorrido, no passar dos tempos, um caso típico de 'usucapião por posse violenta' por parte dos médicos e outros profissionais que passaram a ostentar a honraria. Aliás, é bom que se diga, no Brasil, qualquer um que se vê possuidor de um diploma universitário se autodoutora.
Sendo dita honraria, como expusemos, autêntica por direito e tradição dos advogados e juristas, é de se entender que ela só poderia ser estendida aos diplomados por escola superior, após a defesa da tese doutoral.
Consigne‑se, ainda, que o próprio professor Flamínio Fávero, renomado médico que ostenta mais de 50 títulos, repudia o uso indiscriminado do título doutoral, esclarecendo que 'a lei não permite isso, nem a ética' (in D.E.RIP.J., Suplemento Jurídico 127, SP, abr/jun.87).
Pensamos que seria interessante reivindicar aquilo que pertence à classe dos advogados, por direito e por tradição, e nos fora usucapido por outros profissionais liberais que ostentam a honraria. Temos que nos curvar ante a evidência cristalina dos fatos. Sabemos quão penoso é o processo para uma inversão histórica. Mas fica aqui a proposta, acaso não tenha ocorrido prescrição.
(Publicado no Jornal'Ação'- OAB, S. José dos Campos ‑ outubro de 1988).
Cópia Autêntica da Peça do Processo de Cristo, existente no Museu da Espanha.
Extraído da obra "O Livro de Bolso do Advogado", de Manoel Fernandes Quadra.
"No ano dezenove de TIBÉRIO CÉSAR, Imperador Romano de todo o mundo, Monarca invencível na Olimpíada cento e vinte e um, e na Elíada vinte e quatro, da criação do mundo, segundo o Nero e cômputo dos Hebreus, quatro vezes mil cento e oitenta e sete do progênito do Romano Império, no ano setenta e três, e na libertação do cativeiro de Babilônia, no ano mil duzentos e sete, sendo governador da Judéia QUINTO SÉRGIO, sob o regimento e governador da cidade de Jerusalém, Presidente Gratíssimo, PÔNCIO PlLATOS; regente na Baixa Galiléia, HERODES ANTIPAS; pontífice do sumo sacerdote, CAIFÁS; magos do Templo, ALIS ALMAEL, ROBAS ACASEL, FRANCHINO CEUTAURO; cônsules romanos da cidade de Jerusalém, QUINTO CORNÉLIO SUBLIME e SIXTO RUSTO, no mês de março e dia XXV do ano presente - EU, PÔNCIO PILATOS, aqui Presidente do Império Romano, dentro do Palácio e arqui-residência, julgo, condeno e sentencio à morte, Jesus, chamado pela plebe - CRISTO NAZARENO - e Galileu de ração, homem sedicioso, contra a Lei Mosaica - contrário ao grande imperador TIBÉRIO CÉSAR. Determino e ordeno por esta, que se lhe dê morte na cruz, sendo pregado com cravos como todos os réus, porque congregando e ajustando homens, ricos e pobres, não tem cessado de promover tumultos por toda a Judéia, dizendo-se filho de DEUS e REI de ISRAEL, ameaçando com a ruína de Jerusalém e do sacro Templo, negando o tributo à César, tendo ainda o atrevimento de entrar com ramos e em triunfo, com grande parte da plebe, dentro da cidade de Jerusalém. Que seja ligado e açoitado, e que seja vestido de púrpura e coroado de alguns espinhos, com a própria cruz aos ombros para que sirva de exemplo a. todos os malfeitores, e que, juntamente com ele, sejam conduzidos dois ladrões homicidas; saindo logo pela porta sagrada, hoje ANTONIANA, e que se conduza Jesus ao monte público da Justiça, chamado CALVÁRIO, onde, crucificado e morto ficará seu corpo na cruz, como espetáculo para todos os malfeitores, e que sobre a cruz se ponha, em diversas línguas, este título: JESUS NAZARENUS, REX JUDEORUM. Mando também, que nenhuma pessoa de qualquer estado ou condição se atreva, temerariamente, a impedir a Justiça por mim mandada, administrada e executada com todo o rigor, segundo os Decretos e Leis Romanas, sob as penas de rebelião contra o Imperador Romano. Testemunhas da nossa sentença: Pelas doze tribos de Israel: RABAIM DANIEL, RABAIM JOAQUIM BANICAR, BANBASU, LARÉ PETUCULANI. Pelos fariseus: BULLIENIEL, SIMEÃO, RANOL, BARBINE, MANDOANI, BANCURFOSSI. Pelos hebreus: MATUMBERTO. Pelo Império Romano e pelo Presidente de Roma: LÚCIO SEXTILO e AMACIO CHILICIO".
Uma das experiências mais desagradáveis que uma pessoa pode passar é ter que recorrer ao atendimento ao cliente por telefone em certas empresas.
Apesar de todo avanço tecnológico, obter uma informação, solicitar ajuda ou fazer uma reclamação sobre um produto ou serviço ficou mais difícil. Logo de saída, você é atendido por uma máquina que lhe dá as boas vindas, fala de sua satisfação em tê-lo como cliente e desfila um menu interminável de opções de digitação. Se você, mesmo por um segundo, desviar a atenção da voz do outro lado da linha, terá que esperar que ela repita tudo de novo. Não tem nada mais irritante. Você está escutando atentamente o "digite um para isso; dois para aquilo; três para..." e aí alguém chama seu nome ou entra na sala. Pronto. É o bastante para você distrair-se e perder a seqüência. E começa tudo de novo.
Escolhida a opção, um outro menu entra em ação: "para produto de cor verde, digite um; para produto de cor azul, digite dois..." e assim vai, até o zero, que é a opção de voltar ao menu anterior. Aí você pensa: "será que escolhi a opção errada no primeiro menu?" Aperta o zero e volta.
Dessa vez escolhe outra opção, mas sem a mesma convicção da primeira, que você jurava ser a correta. Nova lista de opções, você escolhe a que mais se parece com seu problema e entra outra gravação: "Por favor, digite seu código de cliente ou CPF. Como você não tem a menor idéia do tal código, lança mão do CPF. Digita, rapidamente, com medo de cair a linha, mas parece que a máquina é meio lerda: "por favor, digite PAUSADAMENTE o código do cliente ou o CPF." Bem devagar e apertando a tecla do telefone até quase empurra-la para dentro do aparelho, escuta outra voz: "No momento, todos os nossos pontos de atendimento estão ocupados. Por favor, aguarde." E falam isso como se você não estivesse ocupado, não tivesse mais nada a fazer e tivesse ligado por pura diversão.
Nova gravação, enquanto você espera: "Por favor, não desligue. Sua ligação é muito importante para nós. Você será atendido assim que um de nossos atendentes ficar desocupado." E entra uma série interminável de serviços e produtos que a empresa fornece. Obviamente você não presta a menor atenção à voz misteriosa do outro lado da linha e começa a ler alguma coisa.
Passado sabe-se lá quanto tempo, aparece alguém que parece estar ao vivo. Após a primeira frase, você tem certeza que tem alguém do outro lado, pois a voz fala gerundiês.
--Maria, boa tarde. Em que posso estar ajudando?
--Eu quero apenas uma informação: Qual...
--Desculpe senhor, mas eu não posso estar dando informações. Sou do suporte técnico.
--Sim, mas como...
--Senhor, vou estar transferindo sua ligação para que o Sr. possa estar escolhendo a opção correta.
Antes que você possa dizer alguma coisa, entra aquele menu que você jurava ter escolhido certo da primeira vez. Nova tentativa, nova digitação pausada do CPF, o mesmo texto sobre as enormes vantagens da empresa e surge a voz de um humano:
--José da Silva, em que posso estar ajudando?
--Boa tarde, José. Eu quero apenas uma informação: Qual ...
--Antes do Sr. estar me dizendo sua dúvida, preciso de seu código de cliente.
--Não tenho a menor idéia. Qual...
--Sem problema, Sr. Pode ser seu CPF.
--Mas eu já informei meu CPF quando foi solicitado pela máquina.
--Sr, infelizmente não posso estar ajudando se o Sr.não informar ou o código do cliente ou seu CPF.
--Mas para que eu digitei o CPF anteriormente? Você não tem aí na tela?
--Sr, infelizmente não posso estar ajudando o Sr. se não informar ou o código do cliente ou seu CPF.
--Acho que você não me ouviu. EU JÁ DEI MEU CPF ANTERIORMENTE.
-- Sr, infelizmente não posso estar ajudando o Sr. se não informar ou o código do cliente ou seu CPF.
--Escuta aqui: eu estou falando com uma máquina ou você está me fazendo de palhaço?
--O Sr. está falando com José da Silva. O seu código de cliente ou seu CPF, por favor. Infelizmente não posso estar ajudando o Sr. se não informar ou o código do cliente ou seu CPF.
--Eu não acredito... Tudo bem. Anote aí.
--Só um minuto, Sr.
--Obrigado por aguardar, Sr.
--Tá. Qual...
--Sr, será preciso que o Sr. esteja informando seu código de cliente. O sistema que checa CPF está temporariamente fora do ar.
--Como assim?
--O sistema que checa CPF está temporariamente fora do ar. E sem ele ou o código do cliente, infelizmente não posso estar ajudando o Sr.
--Escute aqui: Eu já disse que não tenho a menor idéia do meu código do cliente. Quem tem? Algum cliente dessa droga sabe o código do cliente?
--Sr, eu peço que o Sr. não se altere. Infelizmente não posso estar ajudando o Sr. se não informar ou o código do cliente ou seu CPF.
--Mas que #%&!!!
--Sr., Se o Sr. continuar se exaltando e dizendo palavrões, vou ser obrigado a desligar.
--Eu quero falar com seu gerente.
--Sr., por favor, não grite. Não irá adiantar nada falar com meu gerente. Infelizmente não posso estar ajudando o Sr. se não informar ou o código do cliente ou seu CPF.
--Escute aqui, José...
--Da Silva, Sr..
--Ou você me coloca seu gerente na linha agora ou ...
--Sr., meu gerente não pode estar atendendo ninguém. E infelizmente não posso estar ajudando o Sr. se não informar ou o código do cliente ou seu CPF.
--Olha, vai pra $%&*
--Sr., vou ser obrigado a estar desligando caso o Sr. continue dizendo essas palavras e a me insultar.
--Experimenta desligar, seu &¨#$@. Você não imagina o que vai...
Sinal de ocupado. Será que caiu a linha? Não, ele desligou. Você fica perplexo e, o que é pior, sem a informação que procurava e estressado.
Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos seus próprios filhos. É que as crianças crescem independentes de nós, como árvores tagarelas e pássaros estabanados. Crescem sem pedir licença à vida. Crescem com uma estridência alegre e, às vezes, com alardeada arrogância.Mas não crescem todos os dias de igual maneira. Crescem de repente.
Um dia sentam-se perto de você no terraço e dizem uma frase com tal maturidade que você sente que não pode mais trocar as fraldas daquela criatura. Onde é que andou crescendo aquela danadinha que você não percebeu? Cadê a pazinha de brincar na areia, as festinhas de aniversário com palhaços e o primeiro uniforme do Maternal? A criança está crescendo num ritual de obediência orgânica e desobediência civil. E você está agora ali, na porta da discoteca, esperando que ela não apenas cresça, mas apareça! Ali estão muitos pais ao volante, esperando que eles saiam esfuziantes sobre patins e cabelos longos,soltos. Entre hambúrgueres e refrigerantes nas esquinas, lá estão nossos filhos com o uniforme de sua geração: incômodas mochilas da moda nos ombros.Ali estamos, com os cabelos esbranquiçados. Esses são os filhos que conseguimos gerar e amar, apesar dos golpes dos ventos, das colheitas,das notícias, e da ditadura das horas. E eles crescem meio amestrados, observando e aprendendo com nossos acertos e erros. Principalmente com os erros que esperamos que não repitam.
Há um período em que os pais vão ficando um pouco órfãos dos próprios filhos. Não mais os pegaremos nas portas das discotecas e das festas. Passou o tempo do ballet, do inglês, da natação e do judô. Saíram do banco de trás e passaram para o volante de suas próprias vidas. Deveríamos ter ido mais à cama deles ao anoitecer para ouvir sua alma respirando conversas e confidências entre os lençóis da infância, e os adolescentes cobertores daquele quarto cheio de adesivos, pôsteres, agendas coloridas e discos ensurdecedores. Não os levamos suficientemente ao Playcenter, ao Shopping, não lhes demos suficientes hambúrgueres e cocas, não lhes compramos todos os sorvetes e roupas que gostaríamos de ter comprado. Eles cresceram sem que esgotássemos neles todo o nosso afeto.
No princípio subiam a serra ou iam à casa de praia entre embrulhos, bolachas, engarrafamentos, natais, páscoas, piscina e amiguinhos.
Sim, havia as brigas dentro do carro, a disputa pela janela, os pedidos de chicletes e cantorias sem fim. Depois chegou o tempo em que viajar com os pais começou a ser um esforço, um sofrimento, pois era impossível deixar a turma e os primeiros namorados.
Os pais ficaram exilados dos filhos. Tinham a solidão que sempre desejaram, mas, de repente, morriam de saudades daquelas “pestes”. Chega o momento em que só nos resta ficar de longe torcendo e rezando muito (nessa hora, se a gente tinha desaprendido, reaprende a rezar) para que eles acertem nas escolhas em busca de felicidade. E que a conquistem do modo mais completo possível. O jeito é esperar: qualquer hora podem nos dar netos. O neto é a hora do carinho ocioso e estocado, não exercido nos próprios filhos e que não pode morrer conosco. Por isso os avós são tão desmesurados e distribuem tão incontrolável carinho. Os netos são a última oportunidade de reeditar o nosso afeto. Por isso é necessário fazer alguma coisa a mais, antes que eles cresçam.
Aprendemos a ser filhos depois que somos pais. Só aprendemos a ser pais depois que somos avós.
Que na época do descobrimento do Brasil as telhas eram feitas de barro e o molde eram as coxas dos escravos? Alguns tinham a coxa fina outros mais grossas então o telhado ficava disforme. Dai que surgiu a expressão: "Fazer nas coxas".
Que na Itália um tal de Antônio tinha uma padaria que não tinha muito movimento. Sendo assim, ele usou a criatividade para aumentar as vendas e misturou na massa dos pães algumas nozes e passas. Tamanho foi o sucesso que deram-lhe o nome de Pan do Toni, hoje, Panetoni.
Que aos domingos os espanhóis iam caçar e cozinhavam para as mulheres? Faziam arroz misturado com o fruto da caça que também podia ser pesca. O prato era feito para ellas ou melhor... "paella" (Paeja).
Que durante a Guerra de Secessão, quando as tropas voltavam para quartel após uma batalha sem nenhuma morte da tropa, escreviam numa placa imensa: "O Killed" (zero mortos). Daí surgiu a expressão O.K. para indicar que tudo está bem.
Que cada rei no baralho representa um grande Rei / Imperador da história. Espadas => Rei David (Israel); Paus=> Alexandre Magno (Grécia/Macedônia); Copas => Carlos Magno(França); Ouro => Julio Cesar (Roma).
Que quando os conquistadores ingleses chegaram a Austrália, se assustaram ao ver uns estranhos animais que davam saltos incríveis. Imediatamente chamaram um nativo (os aborígines australianos eram extremamente pacíficos) e perguntaram qual nome do bicho. O índio sempre repetia "Kan Ghu Ru" e, portanto o adaptaram a inglês, Kanguroo" (canguru). Depois, os lingüistas determinaram o significado, que era muito claro: os indígenas queriam dizer: "não te entendo".
Que a parte do México conhecida como Yucatan vem da época da conquista, quando um espanhol perguntou a um indígena como eles chamavam esse lugar. O índio respondeu: "Yucatan". Mas o espanhol não sabia que ele estava informando: "não sou daqui".
O advogado e a laranja Li , gostei e estou postando no meu blog...
Um professor de Direito perguntou a um dos seus estudantes: - Se você quiser dar a Creusa uma laranja, o que deverá dizer? O estudante respondeu: -"Aqui está, Creusa, uma laranja". O professor gritou, furioso: - Não! Não! Pense como um advogado! - Ah, bom... - suspirou o aluno - Lá vai:
"Eu, fulano de tal, brasileiro, advogado, inscrito no OAB sob número XXXX, em plena posse de minhas faculdades mentais, por meio desta dou e concedo a Creusa e somente a ela a propriedade exclusiva e benefícios futuros, os direitos, as reivindicações, títulos, obrigações e vantagens no que concerne à laranja em questão, juntamente com sua casca, sumo, polpa e sementes, e todos os direitos e vantagens necessários para morder, cortar, congelar e de outra forma comer a referida laranja, ou cedê-la com ou sem casca, sumo, polpa ou sementes, e qualquer decisão contrária, passada ou futura, em qualquer petição, ou petições, ou em instrumentos de qualquer natureza ou tipo ficam assim revogadas."
Nada é tão fácil quanto parece e nem tão difícil quanto à explicação do manual.
LEI DA ADMINISTRAÇÃO DO TEMPO
Tudo leva mais tempo do que todo o tempo que você tem disponível.
LEI DA PROCURA INDIRETA
O modo mais rápido de encontrar uma coisa é procurar outra. Você sempre encontra aquilo que não está procurando.
LEI DA TELEFONIA
Quando te ligam: Se você tem caneta, não tem papel. Se tiver papel, não tem caneta. Se tiver ambos, ninguém te liga. Quando você ligar para um número de telefone errado, ele nunca estará ocupado.
PARÁGRAFO ÚNICO: Todo corpo mergulhado numa banheira faz tocar o telefone.
LEI DA GRAVIDADE
Se você consegue manter a cabeça enquanto a sua volta todos estão perdendo a deles, provavelmente você não entende a gravidade da situação.
LEI DA EXPERIÊNCIA
Só sabe a profundidade da poça quem cai nela.
REGULAMENTAÇÃO DO ESPECIALISTA
Especialista é aquele cara que sabe cada vez mais sobre cada vez menos. Superespecialista é aquele que sabe absolutamente tudo sobre absolutamente nada.
GUIA PRÁTICO PARA CIÊNCIA MODERNA
Se mexer, pertence à Biologia. Se feder, pertence à Química. Se não funcionar, pertence à Física. Se ninguém entende, é Matemática. Se não faz sentido, é Economia ou Psicologia.
LEI DOS CURSOS, PROVAS E AFINS
Se o curso que você mais deseja fazer só tem "n" vagas, pode ter certeza de que você será o aluno "n + 1" a tentar se matricular.
80% do exame final será baseado na única aula que você perdeu, baseada no único livro que você não leu. Cada professor parte do pressuposto de que você não tem mais o que fazer senão estudar a matéria dele.
PARÁGRAFO ÚNICO: A citação mais valiosa para a sua redação será aquela que você não consegue lembrar o nome do autor.
LEI DAS UNIDADES DE MEDIDA
Se tiver escrito "Tamanho Único" é porque não serve em ninguém.
LEI DA QUEDA LIVRE
Qualquer esforço para agarrar um objeto em queda provocará mais destruição do que se deixássemos o objeto cair naturalmente. A probabilidade de o pão cair com o lado da manteiga virado para baixo é proporcional ao valor do carpete. O gato sempre cai em pé.
Não adianta amarrar o pão com manteiga da experiência anterior nas costas do gato e jogá-lo no carpete também da experiência anterior: o gato comerá o pão antes de cair em pé.
LEI DAS FILAS E ENGARRAFAMENTOS
A fila ao lado sempre anda mais rapidamente. PARÁGRAFO ÚNICO: Não adianta mudar de fila. A outra é sempre mais rápida.
LEI DO ESPARADRAPO
Existem dois tipos de esparadrapo: o que não gruda e o que não desgruda.
LEI DA VIDA
Uma pessoa saudável é aquela que não foi suficientemente examinada. Tudo que é bom na vida é: ilegal, imoral ou engorda.
LEI DA ATRAÇÃO DE PARTÍCULAS
Toda partícula que voa sempre encontra um olho aberto.
Piadas sobre loiras tornam seu raciocínio lento, diz estudo
BERLIM - As loiras reagem aos testes de inteligência mais lentamente depois de ler piadas sobre sua suposta estupidez, disseram psicólogos em um novo estudo alemão.
Cerca de 80 mulheres com cabelos de várias cores tiveram sua capacidade mental testada para trabalho rápido e preciso em uma série de testes psicométricos.
Antes de fazer os testes, metade das participantes tiveram que ler piadas sobre loiras, como: "Por que as loiras abrem os potes de iogurte ainda no supermercado? Porque está escrito 'abra aqui' na tampa".
"Nenhuma loira acredita que é estúpida", disse na quarta-feira Jens Foerster, psicóloga social da Universidade Internacional de Bremen, no norte da Alemanha.
"Mas, depois de serem expostas a estereótipos sociais negativos sobre elas, as loiras foram mais lentas nos testes".
Foerster explicou o resultado dizendo que, quando as pessoas ouvem que não conseguem fazer bem um trabalho, elas trabalham mais lentamente, porém com mais cautela, para tentar cometer menos erros.
"O estudo mostra que mesmo preconceitos sem fundamentos podem afetar a confiança de alguém", disse Foerster.
Encontros e Despedidas, cantada por Maria Rita Milton Nascimento / Fernando Brant
Mande notícias do mundo de lá Diz quem fica Me dê um abraço Venha me apertar Tô chegando Coisa que gosto é poder partir Sem ter planos Melhor ainda é poder voltar Quando quero
Todos os dias é um vai-e-vem A vida se repete na estação Tem gente que chega pra ficar Tem gente que vai pra nunca mais Tem gente que vem e quer voltar Tem gente que vai e quer ficar Tem gente que veio só olhar Tem gente a sorrir e a chorar
E assim, chegar e partir São só dois lados Da mesma viagem O trem que chega É o mesmo trem da partida A hora do encontro É também despedida A plataforma dessa estação É a vida desse meu lugar É a vida desse meu lugar É a vida
"Que bobagem falar que é nas grandes ocasiões que se conhece os amigos! Nas grandes ocasiões é que não faltam amigos. Principalmente neste Brasil de coração mole e escorrendo. E a compaixão, a piedade, a pena se confundem com amizade. Por isso tenho horror das grandes ocasiões. Prefiro as quartas-feiras."
Quarta Turma do STJ manteve a condenação da Caixa Econômica Federal, que terá que pagar R$ 1.320,00 a Carlos Eduardo Matos Bezerra por danos morais por incluí-lo em lista de inadimplentes.
Carlos Bezerra emitiu um cheque de R$ 660,00 para pagar a mensalidade da faculdade, que foi devolvido pela CEF por insuficiência de fundos. O estudante alegou que tinha saldo e aguardava compensação de depósito. Posteriormente, o cheque foi debitado. Segundo Carlos Bezerra, quase um ano depois foi informado pela faculdade de que estava inadimplente. A dívida era referente ao cheque.
O estudante pagou novamente, apesar de no extrato constar a compensação do cheque no dia 23/12/1998. Carlos Bezerra alegou que a CEF se apropriara indevidamente do valor, pois só creditou a quantia nove meses depois. O cheque ficou todo o tempo na tesouraria da faculdade.
O juízo de primeiro grau acatou o pedido de Carlos Bezerra e condenou a CEF a pagar indenização de R$ 1.320,00 por danos morais. A CEF apelou ao TRF da 5ª Região (PE), que manteve a condenação.
A CEF recorreu ao STJ alegando que o estudante admitiu não possuir fundos suficientes, pois aguardava compensação de depósito, e argumentou que Carlos Eduardo era responsável pelo controle do saldo. O ministro-relator Barros Monteiro, do STJ, não aceitou as alegações. (RESP 576520).
Em outro julgamento, a mesma Quarta Turma rejeitou recurso da CEF contra decisão da Justiça Federal de MG, que havia condenado o banco a pagar R$ 8 mil de indenização por danos morais à advogada Vanessa Antunes Bicalho.
A advogada, com conta conjunta na agência de Divinópolis, alegou ter sofrido constrangimento após a devolução de 11 cheques. De acordo com ela, a numeração da conta corrente teria sido modificada, sem prévia comunicação, e os cheques não foram compensados, apesar da existência de fundos.
Vanessa Bicalho teve o pedido atendido pela primeira instância. A Caixa apelou, mas o TRF da 1ª Região recusou o recurso.
O banco recorreu ao STJ sem êxito. Não satisfeita, a Caixa propôs um agravo de instrumento, também rejeitado. (AG 556525).
O BB também
Banco do Brasil também foi condenado a pagar por danos morais (R$ 6 mil a Eduardo Marcelo da Veiga Cartola) em função de ter mantido o nome do correntista no SPC por 30 meses, mesmo tendo ele quitado a dívida três dias após a inclusão na lista de inadimplentes.
A defesa de Eduardo solicitou em primeira instância uma indenização de R$ 22.352,60, mas o ministro Aldir Passarinho Junior considerou-a excessiva e fixou-a em R$ 6 mil. O banco tentou reverter alegando não ter havido dano moral, mas apenas “aborrecimento banal”.
A Turma concluiu que a lesão moral descrita pelo cliente era coerente e que caberia ao banco procurar eliminar o registro após o pagamento da dívida. O ministro Aldir Passarinho Junior assegurou, ainda, que a retirada do nome na lista negra do SPC é responsabilidade do credor. (RESP. 511921).
Extraído da Tribuna do Direito - Julho 2004-nº 135